quinta-feira, janeiro 30, 2014

Co-adopção

O que este tema me bule com os nervos...
Tenho este post iniciado desde aquela fatídica sexta-feira e simplesmente não o consigo terminar. Fico tão irada de cada vez que penso no assunto que não consigo escrever com clareza. Mas tenho de o fazer. A minha consciência a isso me obriga.
Como é que a sociedade pode recuar tanto? Como é que pessoas supostamente instruídas e conhecedoras da realidade do nosso país podem enterrar a cabeça na areia desta forma e esquecer, ignorar um modelo familiar existente? Será que estas pessoas são como aquelas crianças que acham que se acreditarem muito numa coisa ela acaba por se tornar realidade?
Eu fico pasmada com a quantidade de anormalidades que vi e li. Uma das que mais me incomodou veio de alguém que acha que devemos esquecer o amor e a afectividade e legislar sobre este assunto como se aquelas crianças vivessem à margem das suas famílias, congeladas num espaço e num tempo que não existe.
Tenho evitado zangar-me por causa deste tema. Mas confesso que não tenho conseguido. Zangada, triste, desiludida...
Espero que este retrocesso civilizacional sirva para que, num futuro próximo, possamos dar dois ou três passos em frente.

8

Faz hoje oito meses que a nossa vida mudou para melhor.

Primark

Vou entrar na Primark. Medo...

quarta-feira, janeiro 29, 2014

Ainda tenho o coração apertado



Ontem não consegui fazer o link deste vídeo. Mas não podia deixar de o fazer... aqui está

Ainda o carrinho de bebé...

É perfeito, ou melhor, é quase perfeito. Ontem precisei de fechá-lo pela primeira vez para o meter na bagageira do meu carro. Primeiro parecia uma maluquices no meio da rua porque não o conseguia fechar. A sério, de cada vez que me lembro do sucedido não paro de rir da minha figura...
Segundo, não cabe na minha mini bagageira... Quer dizer, pode ser que venha a caber porque dá para tirar as rodas. Mas, assim à primeira, não cabe. O que é uma grande chatice.

terça-feira, janeiro 28, 2014

Dor

O Rui Pedro faz 27 anos. E há 16 que está longe da sua mãe. A Filomena é o espelho da dor, do sofrimento. Nos seu olhar vê-se o definhar diário de uma mulher que procura, que sofre mas que não desiste.
Eu não consigo imaginar o que a Filomena sofre. Não deve haver dor maior do que esta de não se saber se o filho vive ou morreu.
De cDa vez que vejo está mulher não consigo evitar chorar. Se eu pudesse minorar a sua dor podem crer que o faria. Mas, infelizmente, não tenho resposta para as suas perguntas.
Hoje o Rui Pedro faz 27 anos. E eu gostava de poder abraçar a sua mãe.

Amor de irmãos

Hoje tomaram o primeiro banho juntos. Riram tanto... Só visto. Se há um ano me dissessem que os meus filhos iam ter esta cumplicidade eu não acreditava.
Mas é mesmo verdade.
E é muito bonito

Socorro!!!!

Estive para aqui a mexer no blogue e agora não consigo desfazer o que fiz. Nem sequer consigo escrever novas mensagens sem ser através do telemóvel.
Ajuda, alguém???

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Ainda o carrinho de bebé

Chegou no dia 21 logo pela fresca. E é muito mais giro e muitos mais sólido do que parecia.
Estou a adorá-lo! Entra e sai perfeitamente do nosso elevador, a bolsinha canguru é super quente e é muito janota, ainda mais do que parecia na internet.
Estou fã. Adoro!

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Novo mandamento

Não serás parvo nem malcriado com os adulto!
(Sob pena de levares uns bons calduços).

terça-feira, janeiro 21, 2014

Fracasso

É quando recebemos uma daquelas queixas da escola do nosso filho e não podemos voltar atrás. 
Nestes últimos dias tenho-me sentido a falhar.

segunda-feira, janeiro 20, 2014

E quando tudo parecia descambar...

O fim-de-semana passado prometia ser bom. Iniciei a minha resolução de ano novo de sair com o meu gajo uma vez por semana. A juntar a isso tínhamos à nossa espera um fim-de-semana romântico num hotel de 5 estrelas, com direito a spa a 2 e tudo, prenda de aniversario que a minha L e seu marido ofereceram ao meu marido.
A noite de sexta começou com um belo bife do Império, seguido de um concerto da Carmen Souza. Adorei aquele lado kachupada. Muito bom.
Sábado seria para levarmos os miúdos para casa da minha mãe, almoçarmos com ela e rumarmos à nossa escapáreis. Pois... Mas à uma e meia da manhã acordamos com um som familiar... O estridor da tosse do Henrique que, de um momento para o outro, deixou de conseguir respirar em condições, e começou com uma daquelas tosses de cão de fugir. A sério? Toca de ligar para a Saúde 24 (passou tanto tempo que até j me tinha esquecido do número) e, depois de uma converseta e de ouviremos tosse do Henriqur, toca de e para a Estefânia. A pé, para que ele apanhasse o ar frio da noite. 
Pois...
Chegámos a casa depois das 4, com um xarope e um aerossol no bucho.
Que em principio não voltaria o estridor, mas se voltasse teria de ser tratado em ambiente hospitalar.
Felizmente ele melhorou, mas eu temi que o meu fim-de-semana tivesse ido desta para melhor. 
Felizmente não. Foi maravilhoso, fantástico, épico... Lindo e relaxante.
Depois conto e mostro fotos, porque foi mesmo bom. Especialmente depois de parecer que não ia acontecer!

quinta-feira, janeiro 16, 2014

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Já está

Já está. Feito! Caput! Finalmente!
Neste momento sou uma mega especialista em carrinhos de bebé baratos, giros, bons e comprados online. Mas estou tão farta, tão farta... nem imaginam.
Tudo começou quando verificámos, logo depois do nascimento da Alice, que o lindo e fantástico carrinho que nos tinham emprestado não cabia no nosso elevador.
Enquanto estive em casa fui-me desenrascando. Deixava a Alice no ovo enquanto montava e desmontava o dito cujo. Mas nunca foi uma tarefa fácil.
A paginas tantas, e como estava cansada de montar e desmontar, de bater com a porta do elevador nas pernas, na cabeça (onde quer que fosse para impedir que a porta fechasse com a miúda lá dentro) lancei um um pedido desesperado às minhas amigas para ver se alguma me desenrascava.
E lá surgiu mais um carrinho, um loola. Tudo parecia maravilhoso, mas não foi. Logo à primeira tentativa de o meter no elevador verifiquei que era preciso bater e voltar a bater com as rodas do carrinho nas portas de fole do elevador. E isto uma ou duas vezes ainda se tolera. Mas todos os dias? Para além de que esta brincadeira estraga o elevador e estou sempre a ver quando é que um vizinho me dá um berro (merecido, diga-se de passagem) por estar a estragar o elevador que foi arranjado há pouco tempo.
Agora que estou a trabalhar a 100 por cento e que tenho a Alice em casa todo o dia, preciso muito, mas muito mesmo, de ter um carrinho que entre direitinho no elevador, de modo a que a minha empregada possa meter a miúda lá dentro e ir buscar o Henrique à escola.
E esta porcaria estava a dar-me a volta à cabeça. Mesmo.
Vai daí comecei à procura de um carrinho que fosse um misto de tudo o que eu preciso: bom, bonito e barato, como diria a minha mãe. Ou melhor, um carrinho com qualidade com menos de 50 cm de largura, que seja ajustado a uma bebé de 7 meses mas que também sirva para quando ela crescer e que não me leve à falência, porque esta mãe está nas lonas.
E depois de muito procurar fiquei-me por este, compradinho na Amazon uk.
Espero por ele, queridinho, entre o dia 21 e 25 deste mês, entregue em casa.
Não é perfeito, porque pesa quase 10kg e eu vi uns de 7, 8. Mas parece-me a melhor relação preço/qualidade. E tem aquela bolsinha canguru para ela ir quentinha buscar o mano à escola.7
E é da Chicco, que é uma marca que, acima de tudo, respeito.

terça-feira, janeiro 14, 2014

Cristiano

Pois, já sei que todo o bicho careta que tem um blogue escreveu hoje sobre o Cristiano. E eu, como não sou mais do que os outros cá estou para dizer que fiquei muito contente, muito orgulhosa de ser portuguesa (não, eu não vou abdicar da minha nacionalidade), que também me emocionei. Até já gosto um bocadinho da Irina. Mas pouquinho.

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Ainda a senhora da colonoscopia

Não tenho por hábito comentar comentários, mas o tema cancro é algo que bule comigo. É mais forte do que eu.
Teoricamente as pessoas são informadas do seu estado de saúde; teoricamente não esperam meses, muito menos anos, por um exame urgente; teoricamente é-lhes dito que se não fizerem aquele exame rapidamente podem morrer e por isso o melhor é fazerem barulho (vulgo ir à televisão armar barraca) ou pedirem dinheiro emprestado para fazer o exame no particular.
Mas isto é teoricamente, meus amigos.
Na prática há médicos que omitem informação essencial dos seus doentes porque pensam que eles, médicos, é que devem decidir até onde é até quando um doente deve sofrer para viver mais uns meses; na prática as pessoas não percebem mais de metade do que lhes é dito. Têm uma análise positiva, um marcador... Mas não sabem o que isso é; na prática uma pessoa acredita no seu médico e no sistema de saúde e acha que nunca esperará muito se o caso for grave. Vai sempre achar que se ainda não a chamaram é porque não é grave.
E não é menos verdade que as pessoas acreditam no que querem. É verdade. Mas isso não desresponsabiliza quem de direito.
E quanto ao ir para a televisão falar... Eu queria ver o que vocês faziam quando, depois de dois anos de espera lhes dissessem que tinham um tumor inoperável.
A sério!

Lições...

A tirar deste fim-de-semana...
- nunca, mais nunca mais voltar a beber vinho que sai de pacotes de plástico. (Sejam eles grandes, pequenos, com ou sem torneirinha).
- nunca mais beber gin sem antes ver a marca do dito cujo.
- nunca mais pensar que se consegue trabalhar num fim-de-semana em que o marido não está em casa e há festa da rija na sexta.
Tenho dito

quinta-feira, janeiro 09, 2014

2 anos?

Se eu tivesse esperado dois meses para fazer a minha endoscopia, tinha morrido. Não estava aqui para contar a historia.
Por isso não consigo perceber como é que uma pessoa referenciada espera dois anos para fazer um exame. Não consigo. Por mais que tente, por mais voltas que dê, só me ocorre uma palavra: criminosos. 

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Satisfaz?

Esta semana começou com a reunião de avaliação do Henrique.
Escola nova, novos colegas, ensino público e a sua conhecida apetência para o conflito são rastilhos suficientes para se temer o pior...
Eu tenho andado a par do que se passa na escola. Todas as semanas troco um e-mail com a professora para saber como andam as coisas. Dentro da sala de aula tudo corre mais ou menos bem. Ele é muito gozão, gosta sempre de fazer uma graçola, coisas às quais já estou habituada. É no recreio que as coisas se complicam: conflitos, empurrões e afins e, acima de tudo, aquela coisa de que a culpa é sempre dos outros. Há sempre alguém que provocou, e que bateu primeiro, e que isto, e que aquilo...
Os resultados do Henrique no 1.º período não foram maus (dois Bons e um Muito Bom) mas fiquei muito aborrecida com ele pelo Satisfaz no comportamento. O comportamento é onde qualquer criança pode brilhar porque não depende directamente da sua inteligência, da sua aptência para os números ou para as letras.
E fiz questão de lhe dizer que não volto a admitir aquela nota. Eu não quero que ele seja um sabichão, daqueles que têm a mania que sabem tudo, que são incapazes de ser putos porreiros, que passam a vida a marrar. Mas também não tolero um preguiçoso que se contenta com os serviços mínimos... Cheira-me que vai ser um ano complicado...

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Ainda o Eusébio





Sou do Benfica e isso me envaidece. É assim que começa o hino do meu clube. E sabem os que me são próximos, que sou um bocadinho doente. Não muito, não só ponto de perder a noção das coisas ou o sentido de justiça. Mas sou do Benfica, e isso me envaidece.
Ainda estou triste com o meu clube, por tudo o que se passou na época passada. Triste como quando um amigo nos deixa mal ou um amor não nos corresponde. Mas amo o meu clube e serei do Benfica até morrer. Passei muitas tardes da minha vida nas bancadas da antiga Luz a ver jogos,  desci ao Marquês durante os meus tratamentos de quimioterapia para festejar a vitória do campeonato de 2004/2005, chorei quando o Rui Costa deixou de jogar... Sou do Benfica e isso me envaidece.
Por isso fui estádio prestar homenagem ao Eusébio.
Nunca o vi jogar, nunca o conheci pessoalmente, mas a sua grandeza, a grandeza dos seus feitos como jogador e da sua personalidade, sempre me acompanharam. Lembro-me do meu pai me dizer que ele era patrimônio nacional, que a força do seu pontapé era inegualável, que vê-lo jogar era um prazer.
Nunca conheci o Eusébio mas, mesmo assim, sempre o admirei, sempre pensei nele como uma parte fundamental do meu Benfica. O meu Benfica nunca seria o que é hoje se não fosse ele. E, só por isso, devo-lhe muito.
E por este motivo, entre muitos outros, fui ao estádio. A última vontade deste grande homem era despedir-se do relvado. E eu, que tenho a alma cheia de benfiquismo, sei que nunca poderei chegar aos seus calcanhares, benfiquisticamente falando, e que, pelo menos, poderia agradecer-lhe assim, estando lá, fazendo número. Porque fazer número também pode ser muito importante.
E assim foi. Peguei no cachecol e fui. Com uma amiga. As duas ali, de lágrimas nos olhos, cachecol no pescoço... e foi impressionante ver como ele conseguiu unir o impensável. Pessoas de todos os clubes com a mesma tristeza, o mesmo semblante carregado.
Foi apenas um momento (infelizmente), mas foi bonito ver como ainda há figuras que unem e nos fazem esquecer as nossas diferenças.
Até sempre Eusébio

domingo, janeiro 05, 2014

Sete meses

A Alice está com sete meses!
Já gargalha como uma doida de cada vez que o irmão faz palhaçada, já quase que se senta (embora ser gorda não ajude muito), continua a dormir bem, já segura sozinha no biberão, adora papaia e manga. Gosta da sopa mais para o quentinha, gosta de tomar banho, adora cócegas, adora o colo do pai, gosta de beijos no pescoço.
Há sete meses que vivemos assim, apaixonados!

Eusébio

Morreu um dos meus mitos. Que triste!

sábado, janeiro 04, 2014

Home

Ai que bom que é estar novamente em casa...

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Adenda ao post "se o Natal é quando um homem quer"...

Eu não sou doida varrida, embora o possa parecer. Aquele post e respectiva fotografia só fazem sentido porque se referem a uma festa a que fui no dia 30. Só que, por um motivo informático que desconheço, o meu post só foi publicado no dia 1, o que tornou tudo um bocadinho esquizofrénico.
Pois que foi a primeira vez que comemorei o fim de ano a 30 de Dezembro. E o que me diverti, meus amigos. Parece que é a grande moda aqui na Madeira. A malta com pequenada que não pode ir para os copos a 31, veste-se a rigor no dia 30 e vai a uma festa. E não faltaram festas pelo Funchal, posso-vos garantir. Nós fomos com uns amigos para o Casino. E tivemos direito a tudo, ou melhor, quase tudo. Faltaram as passas e a contagem decrescente.
Mas foi muito divertido. Andámos na gandaia até às 5 da matina e no dia 31 já não tivemos aquela pressão de saber onde iríamos depois do fogo de artifício. Ficámos aqui por casa a ver o fogo (e por pouco não fomos assados...) em família e depois fomos a casa de uns amigos. Tudo muito calmo e tranquilo.
Não sei quando voltarei a passar o ano na Madeira mas cheira-me que vou repetir a dose da loucura do dia 30. Senti-me verdadeiramente uma mulher à frente do seu tempo!

2013

Não é que eu goste muito de balanços, mas o ano que há pouco acabou foi muito importante para mim. Foi o ano em que nasceu a Alice e, apesar do muito que me custou física e emocionalmente levar esta gravidez até ao fim, ela foi a melhor coisa do meu ano.
2013 foi o ano da Alice, e isso é o mais importante. Mas seria injusto e ingénuo resumi-lo assim.
2013 foi o ano em que deixei a minha sócia pendurada 9 meses. Sozinha a levar uma empresa para a frente e bem sei o que lhe custou a ela porque também me doeu a mim  ( foi por um bem maior ).
2013 foi o ano em que voltei a fazer terapia ( coisa que não acontecia desde os meus 20 anos) com uma das pessoas mais incríveis que apareceu no meu caminho e que me ajudou a perceber todo o amor que tinha dentro de mim é que eu não conseguia ver.
2013 foi o ano em que pensei que me ia passar da cabeça com uma depressão pós parto do tamanho de um boi, e depois consegui dar a volta por cima (se bem que com muita ajuda).
2013 foi o ano em que o Henrique deixou o seu colégio de sempre  e bateu com os costados numa escola pública. Passei muitas noites sem dormir a pensar e repensar a nossa decisão. Mas hoje sei que foi a melhor para nós. A crise também passou por aqui (embora saiba e tenha consciência de que os seus efeitos são muito diferentes do que passam muitas famílias por este Portugal fora) e também nós tivemos de nos ajustar. Quero acreditar que um passo atrás hoje significa dois em frente num dia futuro. O Henrique está feliz e a adaptar-se, apesar de ter sofrido um bocado no inicio.
2013 foi também o ano em que percebi que o Henrique está a crescer com todas as implicações boas e mas que isso acarreta. Por vezes dói muito ver um filho crescer. Custa acreditar que aquele ser que nos diz coisas tão horríveis possa ser o menino doce de há um par de anos. Mas são apenas momentos... Duros, mas apenas momentos.
2013 foi o ano em que a família voltou a crescer com o nascimento do meu sobrinho Francisco, um amor de bebé que, temo, vai crescer muito longe de mim, o que me entristece...
2013 foi, acima de tudo, o ano em que me senti mais próxima dos meus amigos. A crise tem este outro efeito, que é o de aproximar as pessoas. Houve menos jantares em restaurantes, e menos férias, e menos gastos, mas houve mais encontros em casa de amigos, mais jantaradas caseiras, mais convívio fraterno, mais conversas fora de horas.
2013 foi o ano em que a nossa família ficou mais harmoniosa, em que o nosso amor se cimentou mais um bocadinho.
Foi o ano em que voltámos a escutar um bebé na nossa casa o que, durante alguns anos, me pareceu um sonho impossível de concretizar.
E se 2013 foi o ano do maior milagre da minha vida, acredito que 2014 vai ser muito melhor.


quarta-feira, janeiro 01, 2014

Se o Natal é quando um homem quer...

A passagem do ano também. 
A nossa foi ontem.
Ora vejam:
Sou ou não uma mulher à frente do seu tempo?