quarta-feira, maio 28, 2014

Casa nova

A todos os que aqui me seguiram, o meu obrigada.
A partir de agora passo a estar aqui.
Até já.
P.S. Helena Barreta, você é a minha leitora mais querida e assídua. Não me abandone!

Do gosto

Eu estou longe de ser uma ditadora de tendências no que a roupa diz respeito. Mas há limites para o gosto, para o sentido estético. Para além da divisão entre o que é feio e o que é bonito (que levanta sempre imensas discussões) há uma coisa bem mais elementar: o que nos fica bem.
Acabei de sair do Pingo Doce e não fui capaz de deixar de olhar para uma senhora que era toda ela um erro só de indumentária. Não tinha pescoço e tinha um decote chegado cá acima (estilo gola alta); tinha muito mais pernas do que tronco mas mesmo assim insistia nuns calções bem curtos e de cintura subida...
Já para não falar da combinação de cores e padrões... medo, muito medo.
Há imensas roupas que eu gostaria de usar, mas sei que não me favorecem, que me ficam mal, sei lá, que fico ridícula...
Espelho, as pessoas deviam olhar para ele com sentido crítico. Evitavam desastres.

Momentos fofinhos



A sério, não resisti a partilhar. Tão fofo, este puto. Eu sou uma romântica, é o que é. Adoro ver pais e filhos, o lado humano das celebridades... chamem-me o que quiserem, mas adorei este anúncio.












Cumplicidades

Adoro quando o trabalho é muito mais do que isso. No meu caso o trabalho é paixão, é alma, é suor... Não fosse eu sócia da empresa onde trabalho.
Mas depois há dias especiais. Ontem foi um desses dias. Eu e a minha querida Sónia numa sessão fotográfica. Deu para tudo: para rir, para saber como anda a baby M, para vê-la tensa como um carapau frente ao fotógrafo, apesar dele, o querido Augusto Brázio, ser um amigo de longa data.
Foi uma manhã muito gostosa e pena foi que não tivesse terminado com um belo almoço. Fica para a próxima.

Tempo

Diz que vai estar bom tempo no sábado. É com isso que conto para o piquenique da princesa. Mas a julgar pelos últimos dias começo a ficar com dúvidas. É bom que isto arrebite porque convidei meia lisboa e meia Lisboa não cabe em minha casa.

Fofinha de sua mãe

Continua murchinha e com olheiras, mas está muito melhor. Ontem fez cocó 7 vezes, mal almoçou, praticamente não jantou e acordou várias vezes durante a noite. Hoje levou com uma papa de arroz no bucho e já se riu.
Ora vejam que fofa.

Contra relógio

Hoje é quarta-feira. A Alice ainda continua adoentada, se bem que melhor.
A festa dela é já no sábado. Ainda não fiz nada do que tinha previsto, a minha mãe não está cá para me ajudar e tenho um piquenique para montar... Nem as bandeirinhas estão a acabadas... Sempre a correr, sempre a correr

terça-feira, maio 27, 2014

Olha a coligação com miuaufa!

Ouvi dizer que a coligação está aflitinha. A coligação e o Seguro. Parece que o António Costa se vai chegar à frente. Gostava de ser mosca...

Cenas da princesa #2

Tenho para mim que a pequena Alice está a ficar doente. Hoje de manhã tinha um extra mega cocó fedorento e estava quentinha, Antes de sair de casa para o trabalho vi-lhe a febre: 37,6. Ela é como eu, com 37 já está super quente.
Agora está em casa, resguardada. A minha empregada diz que ela está murchinha mas linda como sempre.
Não me digam que a miúda vai estar doente na sua primeira festa de aniversário...

segunda-feira, maio 26, 2014

Adenda ao post anterior

Afinal o trabalho durou pouco e o jantar foi apreciado.

A sério?

Uma hora a grelhar legumes para fazer um jantar super mega fixe e sem hidratos (como ele gosta) e o que acontece? "Aquece uma sopa e põe no termo que vou passar por casa para a levar. Tenho de ir trabalhar". A serio?

A devorar compras

Ir às compras com a Alice dá nisto: uma pessoa distrai-se e ela começa a devorar os preços...

Medo

De uma Europa onde os extremos crescem... mesmo.

Cenas da princesa


Olha eu, de pé! Sou gorda mas com genica!


Modéstia à parte...

O meu filho anda cheio de si. Ao que parece lá na sala de aula estiveram a fazer a correcção do exame nacional de Matemática. E ele, modesto como é, acha que teve entre 90 e 94 por cento.
Já lhe expliquei que é difícil que assim seja. Que estou muito feliz porque, quase de certeza, vai ter boa note. Mas para não meter na cabeça que vai mesmo ter no mínimo 90 por cento.
Não deixa de ser irónico que, depois de dias e dias a martelar-lhe a cabeça com o estudo e ele a dizer-me que satisfaz era o que bastava para passar, ele agora ache que vai ter, no mínimo, 90.

Votar, direito ou dever

Encanita-me tanto com os nervos os níveis de abstenção nas eleições... nem imaginam.
é verdade que estamos fartos dos que nos governam, e que a Europa parece uma coisa lá tão distante... mas, caraças, ainda há 40 anos só havia um partido a concorrer a eleições. E não foi assim há tanto tempo que as mulheres não podiam votar, nem sair do país ou trabalhar sem autorização do marido.
Quantas pessoas foram presas e torturadas para que hoje todos possam votar? Quantas pessoas se viram privadas das suas vidas familiares, da sua liberdade?
Para quê?
Em dias como este acho mesmo que deveria ser obrigatório votar. É um daqueles casos em que o direito e o dever se cruzam. Não votar significa, para mim, não ter direito a reclamar. Se não quer participar nas escolhas depois não se queixe que não gosta do estado das coisas. É tão tipicamente português esta coisa do treinador de bancada, do governante de mesa de café.
Que merda de país estamos a construir para os nossos filhos? Que tipo de ensinamento lhes damos quando não saímos de casa para votar? Não se iludam, somos nós que fazemos os governos. Nós, os que votam e quantos menos votarem mas hipóteses de haver merda nós temos.
Há dias em que os portugueses me irritam. Hoje é um desses dias.

domingo, maio 25, 2014

Relações e ralações

Quando era miúda, mesmo muito muda, achava que quando me apaixonasse seria para sempre, que o amor seria eterno, que o príncipe haveria de aparecer num cavalo alado, ou coisa que o valha.
À medida que fui crescendo, e não foi preciso crescer muito, percebi que a vida não era mesmo nada assim. Apesar de adorar os meus paisn (e hoje seria uma pessoa muito mais feliz se o meu pai fosse vivo) a verdade é que a vida deles, enquanto casal, não transbordava de amor... e era um amor desequilibrado, com um dos lados muito mais dependente e a gostar muito mais do que o outro. Serviu-me de exemplo para a vida. É muito triste ser-se mal amado.
Não quero julgar os meus pais. Eles tiveram a vida que quiseram e puderam ter. Tiveram uma vida de trabalho e luta. O amor era para eles um conceito muito diferente do que é para mim. Na medida do possível fui uma criança feliz, os meus pais nunca me deixaram faltar nada. Era esse o seu lema de vida: não deixar que faltasse nada aos filhos. Mas amor, amor, harmonia entre eles, momentos de cumplicidade, de ternura e beijnhos... muito sinceramente não me lembro de um único.
Depois de nós sairmos de casa (eu e o meu irmão) a relação deles melhorou: passei a vê-los mais unidos. Mas não mais do que isso. Quando o meu pai adoeceu, a minha mãe foi exemplar. Não conheço muitas mulheres que mostrassem tanta dedicação a um marido doente e completamente dependente, como ela fez.
Depois da sua morte a minha mãe teve um período muito difícil na sua vida. Faltava-lhe motivo para viver, não tinha de quem cuidar (não se esqueçam que antes do meu pai estive eu doente e a minha mãe tratou de mim, do meu filho e, por arrasto, do meu marido). Foram meses muito difíceis.
Só depois da morte do meu pai a minha mãe soube que a vida podia ser carinho, ternura...
Hoje, com mais de 60 anos, vive triste por não poder ter esse outro lado da vida. Não me cans de lhe dizer que ainda vai a tempo, que não pode desistir, e gostava mesmo muito que ela encontrasse um namorado. Alguém que le fizesse a corte.
Bem, isto para dizer que nunca vivi obcecada com a ideia de encontrar alguém. Achava mesmo que era melhor ficar sozinha do que mal acompanhada, no caso, mal amada. Mas isso não aconteceu.
O meu príncipe apareceu, não num cavalo alado, mas num opel corsa branco e foi tiro e queda.
Estamos juntos há mais de uma década, somos felizes na maior parte dos dias. Temos os nossos arrufos, as nossas discussões, as nossas chatices. Mas temos aquilo que nunca vi nos meus pais: amor, carinho, cumplicidade, ternura.
As relações amorosas são muito desgantantes para quem as vive. E elas próprias desgastam-se com o tempo. Não me venham com a conversa de que há casais que nunca trocam uma palavra feia, que nunca discutem, que estão smepre felizes e com uma relação perfeita... eu não acredito nisso. Não conheço um único casal assim. Há sempre momentos de grande tensão, momentos em que colocamos tudo em perspectiva, em que nos apetece fazer as nossas malas ou pôr as de alguém à porta. Estamos sempre a ser colocados à prova. E quando nascem filhos? Quem é que passa sem um arranhão pela falta de interesse sexual da mulher nessa altura (se houver alguém diferente que me diga, que vou ficar muito contente em sabê-lo)? Quem é que vive, sem um beliscão, a erosão dos anos, a rotina, o desgaste da pasta dos dentes, da critica, da falta de atenção, dos desacordos em relação à educação dos filhos??
Ao longo destes anos fiz tanta coisa que achei que não faria, engoli tantos sapos... Não me estou a lamentar: eu gosto da minha vida, adoro o meu marido e a minha família, mas mudei muito desde o inicio, ou melhor, fui-me adaptando. Acho que resiste quem se adapta, quem percebe que não basta amor e uma cabana. A verdade é está: viver a dois é um desafio muito grande (no meu caso já é viver a 4). A minha vida seria muito diferente (para pior) se não tivesse o meu marido. Mesmo nos momentos maus é assim. Estar com ele é sempre melhor do que estar sem ele.
E não querendo ser mal amada (como a minha mãe foi) também não quero não saber amar. Porque é muito fácil esquecermos-nos de que existe ali alguém ao nosso lado que quer ser amado, acarinhado, mimado. Tal como nós. Não podemos dar as relações como  algo adquirido. E há que trabalhar. Há que não desmazelar (pelo menos não muitas vezes). 
Não sei o que o futuro me reserva. O mundo está repleto de gajas mais giras, menos problemáticas e menos flácidas do que eu. 
Mas para já, ca ando, a viver e a tentar ser o mais feliz possível. Há dias muito bons e outros uma grande nheca. Mas há que tentar: insiste e não desiste.

quinta-feira, maio 22, 2014

olá pessoas


Esta manhã foi assim: enquanto me vestia no seu quarto, sentei-a na cama. De repente comecei a ouvir um «oiá, oiá». Era ela, a minha pequena princesa e espreitar-me e a dar-me os bons dias. Fica impossível manter o mau humor.


Quando o jornalismo deixa de reflectir sobre o seu papel

Esta semana tem estado na ordem do dia o texto que o Observador fez sobre o skinhead Mário Machado. Resisti muito a escrever sobre este assunto até porque acho que só o facto de aqui escrever o nome desse homem é mau, é sujo, é um atentado à decência.  A pessoa em questão é um skinhead confesso, preso por vários crimes relacionados com os seus ideais de sociedade que vão, logo à partida, contra a nossa constituição.
Para este senhor um preto, um cigano, um chinês, um índio são mesmos pessoas do que ele é, como tal deveriam ter menos direitos ou, em alguns casos, morrer (como aconteceu com o Alcino Monteiro, o homem espancado até à morte por um bando de skinheads no qual se incluía Mário Machado) na noite de 10 de Junho de 1995).
Esta semana o Observador fez um texto sobre a história de amor de Mário Machado. E eu ainda não consegui perceber o porquê. Juro que tentei. Tenho vários amigos a trabalhar neste novo projecto, respeito profissionalmente alguns dos que estão à frente dele... Mas por mais voltas que dê não consigo vislumbrar uma explicação razoável para aquele texto. Para mim jornalismo não é apenas encontrar um novo ângulo, uma visão diferente para a realidade. O jornalismo nunca pode esquecer a sua função social. O jornalista não existe apenas pela história, para isso temos os escritores. A vontade de contar uma bela história nunca por nunca sempre sobrepor ao resto. Principalmente quando o resto é humanizar um criminoso. Um homem que semeia crimes de ódio, que não está arrependido do que fez, que continua fiel aos seus princípios. E que, pelo meio, conseguiu o apoio e admiração de uma "beta" de Cascais.
Eu nada tenho que ver com a história de amor destes dois. Cá para mim estão bem um para o outro. Mas sinto um arrepio quando, logo no arranque, um jornal que se quer de referência, faz uma história destas.
A respeito deste tema recupero aqui um texto do Rui Tavares. Vale a pena ler.

quarta-feira, maio 21, 2014

Festa da princesa #3


Ontem fui buscar o Henrique à escola e fomos a um armazém chinês no Martim Moniz comprar coisas para a festa da Alice. Eu continuo com a ideia de fazer um piquenique no Jardim da Estrela, mas gostava de enfeitar o local, na medida do possível. Cheguei à conclusão que podia fazer umas bandeirinhas de tecido que depois posso pendurar nas árvores. Comprámos três tecidos bem giros e ele ainda teve a brilhante ideia de comprar feltro para fazer uns brindes para dar às meninas que forem à festa da mana. E ainda umas ceninhas muito fixes para fazer uns colares... 
Hoje foi dia de exame de Matemática (fácil, disse ele... mas para ele é sempre fácil, mesmo quando corre mal) e dei-lhe folga da escola durante a tarde. Vai ficar em casa com a irmã. Antes de sair ele ficou já a fazer os colares para as meninas... mais logo mostro fotos. Quanto às bandeirinhas, a ideia é fazer uma coisa deste género aqui. Acho que vai ficar giro.





Já cá volto

Mas agora vou ali a correr conhecer o Anselmo Ralph. Não me toca!

terça-feira, maio 20, 2014

A festa da princesa #2

Já andei a investigar tudo o que são sites de meteorologia... parece que não vai chover, pelo que devo mesmo avançar com a ideia do piquenique.
Acho que vou fazer no jardim da Estrela. Este fim-de-semana vou passar por lá para ver possíveis spots para o acontecimento.
Já tenho uma ou outra ideia para a decoração (nada de muito elaborado mas vou ser eu a fazer, na máquina de costura da minha avô Inês), amanhã tento avançar com o convite...
e depois é trabalhar, trabalhar...

Bebé M a caminho

Há umas semanas escrevi aqui sobre o nó que tinha no peito... a angústia que sentia por ter uma amiga a passar por um momento complicado. Na altura tinha esperança que tudo se resolvesse pelo melhor. Não porque tivesse qualquer tipo de informação privilegiada mas porque, ao contrário dessa minha amiga, sou optimista. Acho sempre que as coisas podem correr bem. Foram dias de grande ansiedade. Eu tinha vontade de correr para casa dela a dizer que estava tudo bem, de a abraçar... mas não podia. Era segredo.
Não lhe podia mandar umas flores... nada. O máximo que consegui foi mandar-lhe umas mensagens, dizer que gostava dela... Mas depois veio a boa notícia. Estava eu a caminho do médico quando recebi uma mensagem a dizer que estava tudo bem. Afinal tínhamos bebé, estava lá  saltitar, dentro do seu saco, dentro da barriga da sua mãe. Não consigo descrever a alegria que senti. De repente já não me doía a garganta (estava com uma amigdalite), já não tinha febre... só me apetecia abraçar as pessoas que estavam à minha volta; foi mesmo muito bom.
Esta semana soube que continua tudo bem encaminhado. Eu voto numa menina, para fazer companhia à minha Alice.
Sei que ainda vou ter sustos. Esta minha amiga é levada da breca e está sempre a inventar cenas e a senti-las também. Mas para já estamos todos bem, e uma boa notícia é uma boa notícia. Tem de ser celebrada!

Ele há dias...

complicados. Emocionalmente desgastantes. Ainda não é meio-dia e já me sinto de gatas...

segunda-feira, maio 19, 2014

Isto é só um blogue.

Talvez seja assim. Talvez eu não passe de uma pessoa mesquinha que só escreve coisas negativas sobre o seu filho. Alguém que pressiona um filho, que não o sabe ouvir, que não o deixa brincar, que o expõe em demasia a troco de nada. Ou talvez até (ainda pior) a troco de umas visualizações. Alguém que estraga a noite do filho por causa de 54 por cento.
Talvez eu seja essa pessoa. Ou não. 
Talvez eu seja uma mãe cansada, como muitas outras, com frustrações, dias maus, desgostos, tristezas, quedas emocionais, desapontamentos, como muitas outras mães.
Ou talvez seja também uma pessoa que sente mais necessidade de desabafar quando as coisas lhe correm mal. Quando a vida me corre muito bem raramente venho ao blogue. É mesmo assim.
Eu não tenho de explicar aqui o quanto gosto dos meus filhos, o quanto eles representam para mim. Mas esse amor não é incompatível com a crítica, com o desabafo. Isso vai continuar a acontecer enquanto este blogue existir. Por isso, se alguém não gosta tem bom remédio... 
Amar um filho é desejar, sobretudo, que ele seja boa pessoa, um ser humano bem formado, generoso, empenhado em fazer bem, em ser dedicado. E, para mim, isso também passa por dar o melhor de si nas tarefas que tem para fazer, sejam elas um teste ou fazer a cama.
Se calhar, aos olhos de muitos, eu sou uma mãe mesquinha e castigadora, uma pain in the ass que não gosta o suficiente dos filhos. 
Mas não sou... E não se levem tanto a serio. Isto é só um desabafo. 

O exame

Nada de stresse. Fomos para a escola sede do agrupamento a ouvir One Direction. "Estás nervoso?" - perguntei-lhe. "Não, mãe, vai correr bem. Eu vou ter atenção", - respondeu-me.
Ao meio-dia, quando o fui buscar, vinha feliz da vida, todo sorridente é bem disposto. 
Depois fomos almoçar fora com um dos seus grandes amigos e com os seis pais. Ainda houve tempo para um geladinho antes de o deixar em casa. 
Quarta-feira há mais. E depois é só esperar até ao aniversario dele, dia em que saem as notas. 
A seguir, férias e mais uma grande mudança.

A festa da princesa

Não sou eu, não se enganem. É mesmo a minha Alice. Está a menos de duas semanas de fazer um ano. Eu quero muito fazer uma festa, mas ainda não faço a mínima ideia do que será. Já pensei num piquenique, mas o tempo parece que vai estar merdoso até essa altura; não decidi a hora; nem a comida; bem as decorações... Não há orçamento para entregar a organização a uma empresa (a Malta gostava mas não pode) por isso vou ter de puxar pela cabeça. Mas não está fácil. Principalmente agora que a feira do livro se adivinha. Isto de ter dois filhos a fazer anos durante a feira...

Ensinamento do dia

A minha amiga Cristina Azedo postou isto no seu facebook. Não poderia estar mais de acordo. Uma reflexão sobre isto pode-nos levar mais além. E eu estou num momento de introspecção.

Fim-de-semana de nervos

Estamos a poucas horas do primeiro exame do Henrique (o que me lembra que já devia estará dormir, caraças). Este foi um fim-de-semana chato. No sábado ele teve de estudar e no domingo o dei-lhe descanso.
Gostava de aqui escrever a dizer que estou preocupada com o stresse que os exame estacionamos lhe estão a causar. Mas não me parece ser esse o caso. Ele até está demasiado calmo e relaxado...
Espero que tudo corra bem. Na verdade é só um estúpido  exame.

A chama imensa


O meu Benfica é grande. Hoje voltámos a ganhar. E sabe mesmo bem. Fomos em família até ao Marquês. Estava calmo e por isso o Henrique concretizou o sonho de subir à estátua com a sua vovuzela.
 Há uma foto dos 4 para a posteridade.
Parabéns, rapazes, foi uma boa época.

sexta-feira, maio 16, 2014

Os filhos, as exigências e os complexos de culpa

Nem de propósito hoje almocei com uma das minhas grandes amigas que, assim como eu, tem duas crias: um rapaz um ano mais novo do que o Henrique e uma rapariga 3 anos mais velha do que a Alice. E apesar das muitas outras coisas que tínhamos para falar (assunto não nos falta, graças a Deus), a verdade é que acabámos por passar grande parte do nosso almoço a falar dos filhos, das exigências que fazemos, do facto de passarmos muito tempo a ralhar com eles e de como isso nos torna mais vulneráveis, tristes... descontentes com o nosso trabalho de mães.
Nenhuma de nós tem uma varinha de condão ou um livro de instruções que nos permita saber exactamente qual a receita a aplicar em determinada situação. A educação de um filho, como muitas outras coisas na nossa vida, é feita por tentativa e erro. Tendo como premissa que cada um de nós tem uma lista de valores morais pela qual tenta reger a sua vida, o resto é tentar. Tentar sempre fazer o melhor, tendo a consciência que muitas vezes falhámos e muitas outras ainda havemos de falhar.
Dizia-me esta amiga que lhe custa passar metade do dia a ralhar com o filho mais velho. Passa-se o mesmo comigo e acho que com muitas outras mães que conheço.
Ser exigente não é uma coisa má. Levar essa exigência ao extremo claro que é, mas estamos aqui a falar de coisas como arrumar a roupa, fazer os trabalhos de casa, não mentir, lavar os dentes, sentar-se direito à mesa... tudo exigências, a meu ver, elementares.
Dizia-me ela que com ela não se passava nada disto. Que sabia perfeitamente o que tinha de fazer. Também eu, mas eu fui criada de uma forma que não quero para os meus filhos. Muitas palmadas, um baixíssimo grau de tolerância. Lá em casa não se falava à mesa, crianças não tinham opinião... o respeito pelos pais era muito à base do medo que se tinha deles.
Nós quisemos fazer diferente, dar a palavra, ouvir a criança, a sua opinião... o que, em teoria, está correcto. Mas é preciso que a criança saiba que não é ela quem manda e que há uma hierarquia. E contra mim falo. Eu gostava de ser uma daquelas mães dos filmes, que têm a palavra certa para cada ocasião, que cegam a casa e brincam com os filhos, está tudo feito, é só paz e harmonia... mas não sou, assim como esta minha amiga também não é.
Depois de muito conversar chegámos a conclusão que vivemos enfiadas neste colete de forças que é a culpa. A culpa de não estarmos com eles tempo suficiente, nem tempo com qualidade suficiente. Sempre com coisas para gerir, sempre de telemóvel na orelha, sempre de mail aberto. (somos as duas empresárias e por isso não temos horário de trabalho definido). E depois queremos colmatar essa culpa com coisas giras e actividades espectaculares e  aí entra o ballet, e a música, e o futebol, e a natação e a ida aqui e ali, mais os jogos e as consolas, os cromos e a televisão. E depois eles ficam a pensar que a vida é muito mais interessante do que a escola. E a escola é só uma coisa chata e obrigatória que se tem de fazer no meio das outras muitas solicitações...
Não sei se será bem assim. Como em tudo não há verdades absolutas mas talvez a verdade esteja algures aqui no meio, na conjugação destes e outros factores.
A verdade é que os miúdos, os nossos miúdos, andam muito dispersos, a verdade é que nos sentimos culpadas por andarmos sempre à turra e à massa com eles... e ficamos muitas vezes com a sensação que não estamos a fazer grande trabalho como educadoras.
Mas educar é mesmo assim, tentativa e erro. E às vezes também acertamos...
O almoço acabou, porque o que é bom acaba cedo. A conversa, essa ficou pela rama. Mas um destes dias voltamos à carga e sabe-se lá qual será o tema.

Ainda o satisfaz

Talvez eu estivesse muito cansada, talvez não me tenha explicado bem.
Ponto prévio: cada um (neste caso, cada pai/mãe, de preferência os dois em conjunto) sabe o que é melhor para os seus filhos.
O que aqui escrevi foi um desabafo de mãe que me parece perfeitamente razoável. Eu tenho um filho que é bom aluno. Mas que é muito muito preguiçoso. Por ele passava a vida a fazer pulseiras de elásticos, a jogar playstation e a ver televisão. E eu não quero isso. Quero mais e estou no meu direito, ou não? Eu quero que ele se esforce, que perceba que estudar é o seu trabalho. Não quero que ande a marrar nos livros como um perdido, ou que viva a pensar que tem de ser o melhor em tudo o que faz. NÃO ACHO MESMO. Mas daí a ter 54% num teste, vai uma grande diferença.
Que me desculpem as pessoas que aqui deixaram comentários a dizer que eu devia era estar caladinha porque não tenho um filho com necessidades educativas especiais. Na verdade, se me colocam as coisas assim, nesses termos... mas parece-me um bocadinho exagerado, não?

quinta-feira, maio 15, 2014

Satisfaz?

Hoje era um daqueles dias em que só queria ficar no sofá, de pijama, a ouvir música e a dar beijos na Alice.
Quis o destino que a minha empregada precisasse do dia de hoje, o que me obrigou a ficar em casa e ajudou neste meu desígnio.
Mas foi sol de pouca dura. Tive de trabalhar, tive de ir à rua, tive de ir buscar o Henrique à escola e levá-lo ao futebol. E foi no regresso a casa que a bomba caiu no nosso carro.
«Mãe acho que vai ficar chateada comigo. Tive Satisfaz a Português.» WTF? Não estava a acreditar no qua estava a ouvir. «O quê? Estás a brincar com a mãe. Olha que hoje, depois da derrota do Benfica, não é um bom dia para esse tipo de brincadeiras», disse-lhe eu. Mas não era brincadeira. Era mesmo verdade. E eu passei-me da marmita. Ele ainda me atirou com um 80% a Matemática. Mas não me animou. Principalmente porque já tínhamos feito aquela ficha os dois e ele tinha tido exactamente aquela nota. e até tínhamos corrigido os exercícios que ele errou (e que na maioria dos casos, voltou a errar). Fiquei lixada. Mesmo. Que porra, não bastava o Benfica ter perdido a Liga Europa, e ainda tinha de levar com este filme? Tive de vestir a capa de má da fita e dizer-lhe umas quantas. Não era nada disto que tinha planeado. Eu só queria ficar no sofá. Só isso. E ali estava eu, carro estacionado à pressa para ver com os meus olhos aquele Satisfaz, que era um miserável 54%.
Gritei, barafustei, ralhei... ele pediu desculpa, mas isso ainda me irritou mais. E depois veio o discurso do «vocês nunca estão satisfeitos, nunca vêem o lado bom, só o mau. Querem sempre mais. Só sabem criticar.» Caraças que o cabrãozinho é mesmo um manipulador de primeira.
E eu não parava de pensar que hoje não era o dia. Hoje era para chorar o Benfica e a má sorte de ainda ter o Cardozo na minha equipa.
Mas não, ser mãe também é isto, também é não poder carpir as mágoas quando queremos. E por isso ali estava eu a discutir, a ameaçar.
Agora temos fichas todos os dias até aos exames nacionais.
Eu não quero que ele seja o melhor do mundo, nem sequer o melhor da turma. Não faço esse tipo de pressão que foi uma merda de uma maldição que tive sobre mim. Mas fico lixada quando as notas dele são más porque ele é preguiçoso, porque é distraído, porque não se empenha. E isso deixa-me mesmo chateada.
Por isso o fim de tarde foi merdoso, comigo a ralhar, com ele a fazer uma ficha e a pedir-me, durante o jantar, se podíamos falar de outra coisa qualquer. E logo hoje, que eu só queria estar no sofá a carpir mágoas.
Amanhã é outro dia. Mas macacos me mordam se ele não tem boas notas!

crónica de um coração partido

É assim que me sinto. Lamento. Sei que somos campeões nacionais, que vencemos a taça da liga, que temos tudo para ganhar a taça de Portugal, que estamos muitafortes e tudo e tudo. Mas nada aplaca este meu coração. A sério. Ontem fiquei tão triste que me enfiei na cama, com a camisola do Benfica vestida e chorei, chorei, se forma infantil. Durante o jogo fiz o impensável: disse palavrões, deitei-me no chão da copa aqui de casa a ouvir a tsf durante os penáltis, corri, barafustei, gritei... uma coisa lamentável.
Depois, acordei às 4h da manhã com um nó no coração, um peso que me impedia de respirar. Mas que caraças, foi só um jogo de futebol, não parava de me dizer.
Mas nada aplacava a minha dor, o meu desespero.
A coisa foi de tal modo que hoje, quando olhei para o meu facebook não queria acreditar que tinha sido eu a escrever o que estava no meu mural. Juro que houve um momento em que pensei que tinha sido o meu marido a escrever lá. Mas não, fui mesmo eu. E juro que não me lembro de o ter feito. E isso deixou-me assustada, o facto de não me lembrar de coisas que disse e fiz.
E depois percebi que ontem à noite eu era aquela miúda de 12 anos que não conseguia parar de chorar porque o Veloso tinha falhado o penalti contra o PSV na final da Taça dos Campeões Europeus. Ontem, aos 38 anos, eu era novamente aquela miúda cheia de esperança, que achava que os melhores ganham sempre.
Hoje percebi que ontem juntei todas as minhas frustrações de Benfiquista. Chorei por mim, que nunca vi o meu clube ganhar uma competição europeia, chorei por todos os que foram até lá (e Deus sabe como eu também queria ter ido), chorei por aqueles jogadores. Até chorei pelo JJ naquele momento em que está completamente desesperado a abraçar o seu Presidente.
Eu sei que tudo isto é estúpido e infantil. Mas o futebol é mesmo assim: é algo de irracional. Não vale a pena teorizar muito, é mesmo para sentir.
Só que eu também sou um ser racional e depois da tormenta, fico a pensar como fui capaz de fazer certas coisas e como sou capaz de me sentir desta forma.
Hoje ainda me sinto aquela menina de 12 anos que chorou até se sentir sem ar. Mas amanhã vou estar melhor, e depois de amanhã ainda melhor. E, se tudo correr bem, domingo voltarei a sorrir.
Porque isto é só futebol.


De tanto bater o meu coração parou...

Foi assim, ontem, com a derrota do Benfica. Estou mesmo triste.

segunda-feira, maio 12, 2014

Boas notícias

Há imagens que dificilmente se apagam da memória de uma mulher benfiquista.
E esta é uma delas.
Fala-se por aí que o Xavi Garcia pode estar de volta a casa. Se é verdade que a troca não me parece a melhor no plano futebolístico (diz-se que o Gaitan vai para o City), do ponto de vista pessoal, ou mesmo das vistas... todo o mulherio benfiquista sai a ganhar.
Anda lá Xavi, volta para a casa onde foste feliz (e titular)!

Dores

Até acho que não sou pessoa de se andar sempre a queixar. A sério que acho. Mas a verdade é que há muito que não sei o que é acordar sem dores de costas. Dores daquelas de me fazer vir lágrimas aos olhos. Tudo começou quando fiquei doente. Volta e meia umas dores horríveis, muitas contracturas... mas depois que engravidei da Alice parece que este mau estar é o meu modo normal de viver. Nas últimas semanas a coisa tem piorado. Ontem voltei ao relaxante muscular (que é coisa que evito por não ter estômago... tento sempre adiar ao máximo o consumo de medicamentos) e o meu querido marido fez-me uma massagem. Uma daquelas que me faz ganir, literalmente, mas que no dia seguinte me deixa muito melhor.
E foi assim que hoje acordei sem vontade de chorar. Com dores, mas sem vontade de chorar. O que é uma grande conquista.

sábado, maio 10, 2014

Cansaço

Estou sem pilhas... Cansada mesmo.

sexta-feira, maio 09, 2014

Ainda bem que hoje já é quase amanhã

Há dias assim, em que o copo está definitivamente meio-vazio, em que penso que quase com 40 anos devia era estar a dobrar camisolas numa loja (sem desprimor para quem o faz), que ando a chover no molhado e não consigo dar o salto, ser boa, exceder-me no que faço. E estes dias são uma verdadeira merda, é o que tenho a dizer.

memórias do meu pai

Hoje quando vinha a caminho do escritório cruzei-me com um senhor que tinha o cheiro do meu pai. Aquele cheiro de quem acabou de fazer a barba e colocou perfume... um cheiro fresco e único como ele tinha. Senti tantas saudades dele naquele momento... O meu pai já morreu há quase seis anos, e eu tenho cada vez mais saudades dele.

quinta-feira, maio 08, 2014

O Verão tem destas coisas

Não, eu não enlouqueci... sei perfeitamente que o Verão ainda vem longe e que não está assim tanto calor. Mas aproxima-se o tempo de praia (pelo menos assim o quero crer) e com ele as preocupações com a imagem. Nunca fui muito dada a dietas malucas e a picos de exercício. Na verdade também nunca precisei muito.
Mas os 40 aproximam-se e este corpinho já passou por duas gravidezes (em que aumentei como uma porquinha). E por isso rendi-me. Para além das minhas caminhadas/corridas semanais (uma por semana) aceitei o desafio da minha amiga Pipoca e comecei no agachamento. Depois de uma falsa partida no dia 1, ontem foi mesmo o primeiro dia oficial do agachamento. Hoje já fiz a minha parte.
Amanhã é um novo dia. E adorava ter companhia. Embora aí?

quarta-feira, maio 07, 2014

E é isto

O dia não começou grande coisa, até meteu um acidente pelo meio, mas terminou da melhor forma possível.

A sério?

E de que forma podemos estragar um dia? Tendo um acidente de carro do mais parvo que há. Estúpida, é o que sou. Uma jumenta 

terça-feira, maio 06, 2014

Dia da mãe

A história repete-se todos os anos. No treino mais próximo do Dia da Mãe a malta do Benfica chama as mães para treinarem com os seus filhos e mostrarem os seus dotes futebolísticos.
No meu caso, a minha paixão pelo futebol é inversamente proporcional ao meu jeito para jogar. Mas como ele adora e como o ano passado ficou muito triste por eu ter ficado de fora (grávida de 33 semanas), achei por bem responder à chamada.
Só que a brincadeira está cada vez mais difícil: não só porque eu estou cada vez mais velha, mas sobretudo porque ele e os amiguinhos estão cada vez mais crescidos, logo mais rápidos e com remates muito mas muito mais poderosos. Esta mãe aqui acabou à baliza. E o que poderia ter sido um fim de tarde trágico, acabou por nem correr assim tão mal. Segundo o Henrique "safei-me muito bem".
Hoje tenho músculos do meu corpo que não sabia que existiam a chorar de dor. Mas tirando isso está tudo bem.
Não temos fotos do treino deste ano porque o pai teve de ficar em casa a tratar da Alice (o treino acaba às 21h30, não é hora para uma bebé andar na rua).
Mas fizemos duas selfies no balneário. 
Para o ano há mais (ou talvez não, talvez ele troque o futebol por outra coisa qualquer - vamos fazer figas, sim?)
Este foi o estado em que terminei o treino do Dia da Mãe

Aqui já mais refeita do esforço

A troca da roupa

Muda a estação e a minha vida entra em caos criativo... todos os semestres é a mesma dor de cabeça.
A nossa casa nem é muito pequena e eu nem tenho assim tanta roupa (já sei que é o que todas dizemos mas no meu caso anda mesmo perto da verdade), mas parece-me sempre que o espaço é cada vez mais pequeno. Antes de termos a Alice a coisa era pacífica: eu tinha por minha conta o roupeiro do escritório e uma cómoda com umas belas seis gavetas. Mas agora a coisa mudou... esta miúda tem, aos 11 meses, mais roupa do que eu. E não é só roupa. São as mantas, e as malinhas e todo o tipo de tralhas que possam imaginar, o que me deixa com cada vez menos espaço no outrora escritório. Neste momento resta-me apenas uma mísera gaveta na cómoda entretanto ocupada pela Alice e mesmo o roupeiro já não é inteiramente meu. Os vestidinhos da pirosa cá de casa invadiram lentamente o meu roupeiro.
Resultado: este ano  troca de roupa arrasta-se há uma semana e eu não vislumbro o seu fim.
O meu quarto está invadido por seres estranhos (que são as caixas pretas onde guardo a roupa) e é em momentos como este que penso como é que fui ter filhos... sim, porque antes de ficar grávida do Henrique tinha um closet. Que durou meia dúzia de meses mas que fez a minha felicidade.
A única solução era termos sempre Verão. Assim não havia trocas a fazer e ficávamos todos felizes

Madrugar

São 6:40. Já estou acordada há uma hora e levantei-me várias vezes durante a noite.
Este é o lado negro da maternidade.

segunda-feira, maio 05, 2014

Fim-de-semana de última hora

Ia ser um fim-de-semana igual aos demais, com muita roupa de Verão para arrumar e talvez uma ida à praia.
Mas na sexta à hora do almoço fui desafiada para ir até ao Algarve, mais concretamente, até Vale de Lobo.
Conferência muito rápida com o gajo lá de casa e aceitámos (obrigada L, obrigada A.) o gentil convite. Como as coisas não estavam programadas acabámos por demorar mais tempo a sair de Lisboa.
Mas no sábado de manhã acordámos no meio da paz, a ouvir passarinhos... tomámos o pequeno-almoço na varanda, fomos à praia, fomos à piscina, houve jantarada... foi um belo fim-de-semana.
Não pudemos ficar mesmo até aos últimos cartuchos porque ontem era Dia da Mãe e dia de jogo na Luz (ao qual tinha ficado de ir com o meu sobrinho mais velho).
Mas o que importa aqui é que foi um fim-de-semana de última hora, mas muito bom, muito gostoso.
Aqui ficam algumas imagens.



A pequena Alice a tentar adormecer à beira da piscina.
A primeira ida à praia, com direito a comer muita, mas muita areia.
O Henrique em versão "Eu nasci mesmo para isto".
As miúdas no Dia da Mãe.
Ainda houve tempo para ir à catedral festejar com os meus rapazes e tentar evangelizar o meu sobrinho mais velho. 

sexta-feira, maio 02, 2014

Ainda estou a tentar perceber

Se os impostos vão ou não aumentar. O PM diz que não, aqui em casa há quem diga que não é significativo e que as contrapartidas são boas para uma grande parte da população (funcionários públicos e pensionistas). Mas eu tenho para mim que um aumento é um aumento.

A sério?

Havia mesmo necessidade de abrir uma fantástica pastelaria francesa, daquelas mesmo mesmo giras, e quase à porta do escritório? A sério? E a dieta? e o biquini? 
Algo me diz quer vou mudar o meu trajecto de casa para o escritório. 

Futebol e loucura

O jogo de ontem foi do caraças, senhores ouvintes. Senti a boca a secar, tive vontade de gritar, pelo meio chorei, insultei, tive falta de paciência... tudo o que vem nos livros que não se pode fazer.
Foi uma emoção como há muito não sentia.
Nestes momentos percebo que as pessoas se possam transformar em algo de estranho e perigoso durante uma partida de futebol.
No nosso caso, lá em casa, não houve grandes danos físicos, só nervoseira. Mas foi uma alegria ver aquela garra, aquela entrega. Há muito que o meu Benfica não tinha esta alma.
Parabéns, rapazes!

Memória

A memória tem de perdurar. Nunca esquecerei o dia em que Ayrton Senna morreu. Pode soar a frase feita, mas foi o dia em que deixei de ver fórmula 1.
Tinha uma admiração/paixoneta pelo Senna, o seu temperamento, a forma como defendia os colegas, o ar de galã, as férias em Sintra...
Deixo aqui duas fotos que me fizeram chorar: a homenagem do Corinthians e a montagem da exposição que assinala os 20 anos da sua morte em San Marino.