terça-feira, outubro 28, 2008

Encontros felizes

Este fim-de-semana encontrei-me com alguém que já foi dos meus escritores preferidos, o chileno Luis Sepúlveda. E deste encontro resultou um abraço apertado e uma lágrima matreira. Não consegui esquecer o que disse acerca dos que morrem e nos são queridos." Enquanto os nomearmos e contarmos as suas histórias, os nossos mortos nunca morrem".
E é assim que pretendo que seja.

3 comentários:

Anónimo disse...

:-)

Bj

MJG

Anónimo disse...

a morte é física, a memória metafísica

um beijo

Nelson Alexandre Soares disse...

E esquecer por vezes não é prova de coragem ou de afecto... Pelo contrário. =)


Gostei bastante da frase, embora não conheça a obra do autor... Acho que também não preciso disso para a avaliar. =)


Stay Well