segunda-feira, maio 19, 2014

Isto é só um blogue.

Talvez seja assim. Talvez eu não passe de uma pessoa mesquinha que só escreve coisas negativas sobre o seu filho. Alguém que pressiona um filho, que não o sabe ouvir, que não o deixa brincar, que o expõe em demasia a troco de nada. Ou talvez até (ainda pior) a troco de umas visualizações. Alguém que estraga a noite do filho por causa de 54 por cento.
Talvez eu seja essa pessoa. Ou não. 
Talvez eu seja uma mãe cansada, como muitas outras, com frustrações, dias maus, desgostos, tristezas, quedas emocionais, desapontamentos, como muitas outras mães.
Ou talvez seja também uma pessoa que sente mais necessidade de desabafar quando as coisas lhe correm mal. Quando a vida me corre muito bem raramente venho ao blogue. É mesmo assim.
Eu não tenho de explicar aqui o quanto gosto dos meus filhos, o quanto eles representam para mim. Mas esse amor não é incompatível com a crítica, com o desabafo. Isso vai continuar a acontecer enquanto este blogue existir. Por isso, se alguém não gosta tem bom remédio... 
Amar um filho é desejar, sobretudo, que ele seja boa pessoa, um ser humano bem formado, generoso, empenhado em fazer bem, em ser dedicado. E, para mim, isso também passa por dar o melhor de si nas tarefas que tem para fazer, sejam elas um teste ou fazer a cama.
Se calhar, aos olhos de muitos, eu sou uma mãe mesquinha e castigadora, uma pain in the ass que não gosta o suficiente dos filhos. 
Mas não sou... E não se levem tanto a serio. Isto é só um desabafo. 

O exame

Nada de stresse. Fomos para a escola sede do agrupamento a ouvir One Direction. "Estás nervoso?" - perguntei-lhe. "Não, mãe, vai correr bem. Eu vou ter atenção", - respondeu-me.
Ao meio-dia, quando o fui buscar, vinha feliz da vida, todo sorridente é bem disposto. 
Depois fomos almoçar fora com um dos seus grandes amigos e com os seis pais. Ainda houve tempo para um geladinho antes de o deixar em casa. 
Quarta-feira há mais. E depois é só esperar até ao aniversario dele, dia em que saem as notas. 
A seguir, férias e mais uma grande mudança.

A festa da princesa

Não sou eu, não se enganem. É mesmo a minha Alice. Está a menos de duas semanas de fazer um ano. Eu quero muito fazer uma festa, mas ainda não faço a mínima ideia do que será. Já pensei num piquenique, mas o tempo parece que vai estar merdoso até essa altura; não decidi a hora; nem a comida; bem as decorações... Não há orçamento para entregar a organização a uma empresa (a Malta gostava mas não pode) por isso vou ter de puxar pela cabeça. Mas não está fácil. Principalmente agora que a feira do livro se adivinha. Isto de ter dois filhos a fazer anos durante a feira...

Ensinamento do dia

A minha amiga Cristina Azedo postou isto no seu facebook. Não poderia estar mais de acordo. Uma reflexão sobre isto pode-nos levar mais além. E eu estou num momento de introspecção.

Fim-de-semana de nervos

Estamos a poucas horas do primeiro exame do Henrique (o que me lembra que já devia estará dormir, caraças). Este foi um fim-de-semana chato. No sábado ele teve de estudar e no domingo o dei-lhe descanso.
Gostava de aqui escrever a dizer que estou preocupada com o stresse que os exame estacionamos lhe estão a causar. Mas não me parece ser esse o caso. Ele até está demasiado calmo e relaxado...
Espero que tudo corra bem. Na verdade é só um estúpido  exame.

A chama imensa


O meu Benfica é grande. Hoje voltámos a ganhar. E sabe mesmo bem. Fomos em família até ao Marquês. Estava calmo e por isso o Henrique concretizou o sonho de subir à estátua com a sua vovuzela.
 Há uma foto dos 4 para a posteridade.
Parabéns, rapazes, foi uma boa época.

sexta-feira, maio 16, 2014

Os filhos, as exigências e os complexos de culpa

Nem de propósito hoje almocei com uma das minhas grandes amigas que, assim como eu, tem duas crias: um rapaz um ano mais novo do que o Henrique e uma rapariga 3 anos mais velha do que a Alice. E apesar das muitas outras coisas que tínhamos para falar (assunto não nos falta, graças a Deus), a verdade é que acabámos por passar grande parte do nosso almoço a falar dos filhos, das exigências que fazemos, do facto de passarmos muito tempo a ralhar com eles e de como isso nos torna mais vulneráveis, tristes... descontentes com o nosso trabalho de mães.
Nenhuma de nós tem uma varinha de condão ou um livro de instruções que nos permita saber exactamente qual a receita a aplicar em determinada situação. A educação de um filho, como muitas outras coisas na nossa vida, é feita por tentativa e erro. Tendo como premissa que cada um de nós tem uma lista de valores morais pela qual tenta reger a sua vida, o resto é tentar. Tentar sempre fazer o melhor, tendo a consciência que muitas vezes falhámos e muitas outras ainda havemos de falhar.
Dizia-me esta amiga que lhe custa passar metade do dia a ralhar com o filho mais velho. Passa-se o mesmo comigo e acho que com muitas outras mães que conheço.
Ser exigente não é uma coisa má. Levar essa exigência ao extremo claro que é, mas estamos aqui a falar de coisas como arrumar a roupa, fazer os trabalhos de casa, não mentir, lavar os dentes, sentar-se direito à mesa... tudo exigências, a meu ver, elementares.
Dizia-me ela que com ela não se passava nada disto. Que sabia perfeitamente o que tinha de fazer. Também eu, mas eu fui criada de uma forma que não quero para os meus filhos. Muitas palmadas, um baixíssimo grau de tolerância. Lá em casa não se falava à mesa, crianças não tinham opinião... o respeito pelos pais era muito à base do medo que se tinha deles.
Nós quisemos fazer diferente, dar a palavra, ouvir a criança, a sua opinião... o que, em teoria, está correcto. Mas é preciso que a criança saiba que não é ela quem manda e que há uma hierarquia. E contra mim falo. Eu gostava de ser uma daquelas mães dos filmes, que têm a palavra certa para cada ocasião, que cegam a casa e brincam com os filhos, está tudo feito, é só paz e harmonia... mas não sou, assim como esta minha amiga também não é.
Depois de muito conversar chegámos a conclusão que vivemos enfiadas neste colete de forças que é a culpa. A culpa de não estarmos com eles tempo suficiente, nem tempo com qualidade suficiente. Sempre com coisas para gerir, sempre de telemóvel na orelha, sempre de mail aberto. (somos as duas empresárias e por isso não temos horário de trabalho definido). E depois queremos colmatar essa culpa com coisas giras e actividades espectaculares e  aí entra o ballet, e a música, e o futebol, e a natação e a ida aqui e ali, mais os jogos e as consolas, os cromos e a televisão. E depois eles ficam a pensar que a vida é muito mais interessante do que a escola. E a escola é só uma coisa chata e obrigatória que se tem de fazer no meio das outras muitas solicitações...
Não sei se será bem assim. Como em tudo não há verdades absolutas mas talvez a verdade esteja algures aqui no meio, na conjugação destes e outros factores.
A verdade é que os miúdos, os nossos miúdos, andam muito dispersos, a verdade é que nos sentimos culpadas por andarmos sempre à turra e à massa com eles... e ficamos muitas vezes com a sensação que não estamos a fazer grande trabalho como educadoras.
Mas educar é mesmo assim, tentativa e erro. E às vezes também acertamos...
O almoço acabou, porque o que é bom acaba cedo. A conversa, essa ficou pela rama. Mas um destes dias voltamos à carga e sabe-se lá qual será o tema.

Ainda o satisfaz

Talvez eu estivesse muito cansada, talvez não me tenha explicado bem.
Ponto prévio: cada um (neste caso, cada pai/mãe, de preferência os dois em conjunto) sabe o que é melhor para os seus filhos.
O que aqui escrevi foi um desabafo de mãe que me parece perfeitamente razoável. Eu tenho um filho que é bom aluno. Mas que é muito muito preguiçoso. Por ele passava a vida a fazer pulseiras de elásticos, a jogar playstation e a ver televisão. E eu não quero isso. Quero mais e estou no meu direito, ou não? Eu quero que ele se esforce, que perceba que estudar é o seu trabalho. Não quero que ande a marrar nos livros como um perdido, ou que viva a pensar que tem de ser o melhor em tudo o que faz. NÃO ACHO MESMO. Mas daí a ter 54% num teste, vai uma grande diferença.
Que me desculpem as pessoas que aqui deixaram comentários a dizer que eu devia era estar caladinha porque não tenho um filho com necessidades educativas especiais. Na verdade, se me colocam as coisas assim, nesses termos... mas parece-me um bocadinho exagerado, não?

quinta-feira, maio 15, 2014

Satisfaz?

Hoje era um daqueles dias em que só queria ficar no sofá, de pijama, a ouvir música e a dar beijos na Alice.
Quis o destino que a minha empregada precisasse do dia de hoje, o que me obrigou a ficar em casa e ajudou neste meu desígnio.
Mas foi sol de pouca dura. Tive de trabalhar, tive de ir à rua, tive de ir buscar o Henrique à escola e levá-lo ao futebol. E foi no regresso a casa que a bomba caiu no nosso carro.
«Mãe acho que vai ficar chateada comigo. Tive Satisfaz a Português.» WTF? Não estava a acreditar no qua estava a ouvir. «O quê? Estás a brincar com a mãe. Olha que hoje, depois da derrota do Benfica, não é um bom dia para esse tipo de brincadeiras», disse-lhe eu. Mas não era brincadeira. Era mesmo verdade. E eu passei-me da marmita. Ele ainda me atirou com um 80% a Matemática. Mas não me animou. Principalmente porque já tínhamos feito aquela ficha os dois e ele tinha tido exactamente aquela nota. e até tínhamos corrigido os exercícios que ele errou (e que na maioria dos casos, voltou a errar). Fiquei lixada. Mesmo. Que porra, não bastava o Benfica ter perdido a Liga Europa, e ainda tinha de levar com este filme? Tive de vestir a capa de má da fita e dizer-lhe umas quantas. Não era nada disto que tinha planeado. Eu só queria ficar no sofá. Só isso. E ali estava eu, carro estacionado à pressa para ver com os meus olhos aquele Satisfaz, que era um miserável 54%.
Gritei, barafustei, ralhei... ele pediu desculpa, mas isso ainda me irritou mais. E depois veio o discurso do «vocês nunca estão satisfeitos, nunca vêem o lado bom, só o mau. Querem sempre mais. Só sabem criticar.» Caraças que o cabrãozinho é mesmo um manipulador de primeira.
E eu não parava de pensar que hoje não era o dia. Hoje era para chorar o Benfica e a má sorte de ainda ter o Cardozo na minha equipa.
Mas não, ser mãe também é isto, também é não poder carpir as mágoas quando queremos. E por isso ali estava eu a discutir, a ameaçar.
Agora temos fichas todos os dias até aos exames nacionais.
Eu não quero que ele seja o melhor do mundo, nem sequer o melhor da turma. Não faço esse tipo de pressão que foi uma merda de uma maldição que tive sobre mim. Mas fico lixada quando as notas dele são más porque ele é preguiçoso, porque é distraído, porque não se empenha. E isso deixa-me mesmo chateada.
Por isso o fim de tarde foi merdoso, comigo a ralhar, com ele a fazer uma ficha e a pedir-me, durante o jantar, se podíamos falar de outra coisa qualquer. E logo hoje, que eu só queria estar no sofá a carpir mágoas.
Amanhã é outro dia. Mas macacos me mordam se ele não tem boas notas!

crónica de um coração partido

É assim que me sinto. Lamento. Sei que somos campeões nacionais, que vencemos a taça da liga, que temos tudo para ganhar a taça de Portugal, que estamos muitafortes e tudo e tudo. Mas nada aplaca este meu coração. A sério. Ontem fiquei tão triste que me enfiei na cama, com a camisola do Benfica vestida e chorei, chorei, se forma infantil. Durante o jogo fiz o impensável: disse palavrões, deitei-me no chão da copa aqui de casa a ouvir a tsf durante os penáltis, corri, barafustei, gritei... uma coisa lamentável.
Depois, acordei às 4h da manhã com um nó no coração, um peso que me impedia de respirar. Mas que caraças, foi só um jogo de futebol, não parava de me dizer.
Mas nada aplacava a minha dor, o meu desespero.
A coisa foi de tal modo que hoje, quando olhei para o meu facebook não queria acreditar que tinha sido eu a escrever o que estava no meu mural. Juro que houve um momento em que pensei que tinha sido o meu marido a escrever lá. Mas não, fui mesmo eu. E juro que não me lembro de o ter feito. E isso deixou-me assustada, o facto de não me lembrar de coisas que disse e fiz.
E depois percebi que ontem à noite eu era aquela miúda de 12 anos que não conseguia parar de chorar porque o Veloso tinha falhado o penalti contra o PSV na final da Taça dos Campeões Europeus. Ontem, aos 38 anos, eu era novamente aquela miúda cheia de esperança, que achava que os melhores ganham sempre.
Hoje percebi que ontem juntei todas as minhas frustrações de Benfiquista. Chorei por mim, que nunca vi o meu clube ganhar uma competição europeia, chorei por todos os que foram até lá (e Deus sabe como eu também queria ter ido), chorei por aqueles jogadores. Até chorei pelo JJ naquele momento em que está completamente desesperado a abraçar o seu Presidente.
Eu sei que tudo isto é estúpido e infantil. Mas o futebol é mesmo assim: é algo de irracional. Não vale a pena teorizar muito, é mesmo para sentir.
Só que eu também sou um ser racional e depois da tormenta, fico a pensar como fui capaz de fazer certas coisas e como sou capaz de me sentir desta forma.
Hoje ainda me sinto aquela menina de 12 anos que chorou até se sentir sem ar. Mas amanhã vou estar melhor, e depois de amanhã ainda melhor. E, se tudo correr bem, domingo voltarei a sorrir.
Porque isto é só futebol.


De tanto bater o meu coração parou...

Foi assim, ontem, com a derrota do Benfica. Estou mesmo triste.

segunda-feira, maio 12, 2014

Boas notícias

Há imagens que dificilmente se apagam da memória de uma mulher benfiquista.
E esta é uma delas.
Fala-se por aí que o Xavi Garcia pode estar de volta a casa. Se é verdade que a troca não me parece a melhor no plano futebolístico (diz-se que o Gaitan vai para o City), do ponto de vista pessoal, ou mesmo das vistas... todo o mulherio benfiquista sai a ganhar.
Anda lá Xavi, volta para a casa onde foste feliz (e titular)!

Dores

Até acho que não sou pessoa de se andar sempre a queixar. A sério que acho. Mas a verdade é que há muito que não sei o que é acordar sem dores de costas. Dores daquelas de me fazer vir lágrimas aos olhos. Tudo começou quando fiquei doente. Volta e meia umas dores horríveis, muitas contracturas... mas depois que engravidei da Alice parece que este mau estar é o meu modo normal de viver. Nas últimas semanas a coisa tem piorado. Ontem voltei ao relaxante muscular (que é coisa que evito por não ter estômago... tento sempre adiar ao máximo o consumo de medicamentos) e o meu querido marido fez-me uma massagem. Uma daquelas que me faz ganir, literalmente, mas que no dia seguinte me deixa muito melhor.
E foi assim que hoje acordei sem vontade de chorar. Com dores, mas sem vontade de chorar. O que é uma grande conquista.

sábado, maio 10, 2014

Cansaço

Estou sem pilhas... Cansada mesmo.

sexta-feira, maio 09, 2014

Ainda bem que hoje já é quase amanhã

Há dias assim, em que o copo está definitivamente meio-vazio, em que penso que quase com 40 anos devia era estar a dobrar camisolas numa loja (sem desprimor para quem o faz), que ando a chover no molhado e não consigo dar o salto, ser boa, exceder-me no que faço. E estes dias são uma verdadeira merda, é o que tenho a dizer.

memórias do meu pai

Hoje quando vinha a caminho do escritório cruzei-me com um senhor que tinha o cheiro do meu pai. Aquele cheiro de quem acabou de fazer a barba e colocou perfume... um cheiro fresco e único como ele tinha. Senti tantas saudades dele naquele momento... O meu pai já morreu há quase seis anos, e eu tenho cada vez mais saudades dele.

quinta-feira, maio 08, 2014

O Verão tem destas coisas

Não, eu não enlouqueci... sei perfeitamente que o Verão ainda vem longe e que não está assim tanto calor. Mas aproxima-se o tempo de praia (pelo menos assim o quero crer) e com ele as preocupações com a imagem. Nunca fui muito dada a dietas malucas e a picos de exercício. Na verdade também nunca precisei muito.
Mas os 40 aproximam-se e este corpinho já passou por duas gravidezes (em que aumentei como uma porquinha). E por isso rendi-me. Para além das minhas caminhadas/corridas semanais (uma por semana) aceitei o desafio da minha amiga Pipoca e comecei no agachamento. Depois de uma falsa partida no dia 1, ontem foi mesmo o primeiro dia oficial do agachamento. Hoje já fiz a minha parte.
Amanhã é um novo dia. E adorava ter companhia. Embora aí?

quarta-feira, maio 07, 2014

E é isto

O dia não começou grande coisa, até meteu um acidente pelo meio, mas terminou da melhor forma possível.

A sério?

E de que forma podemos estragar um dia? Tendo um acidente de carro do mais parvo que há. Estúpida, é o que sou. Uma jumenta 

terça-feira, maio 06, 2014

Dia da mãe

A história repete-se todos os anos. No treino mais próximo do Dia da Mãe a malta do Benfica chama as mães para treinarem com os seus filhos e mostrarem os seus dotes futebolísticos.
No meu caso, a minha paixão pelo futebol é inversamente proporcional ao meu jeito para jogar. Mas como ele adora e como o ano passado ficou muito triste por eu ter ficado de fora (grávida de 33 semanas), achei por bem responder à chamada.
Só que a brincadeira está cada vez mais difícil: não só porque eu estou cada vez mais velha, mas sobretudo porque ele e os amiguinhos estão cada vez mais crescidos, logo mais rápidos e com remates muito mas muito mais poderosos. Esta mãe aqui acabou à baliza. E o que poderia ter sido um fim de tarde trágico, acabou por nem correr assim tão mal. Segundo o Henrique "safei-me muito bem".
Hoje tenho músculos do meu corpo que não sabia que existiam a chorar de dor. Mas tirando isso está tudo bem.
Não temos fotos do treino deste ano porque o pai teve de ficar em casa a tratar da Alice (o treino acaba às 21h30, não é hora para uma bebé andar na rua).
Mas fizemos duas selfies no balneário. 
Para o ano há mais (ou talvez não, talvez ele troque o futebol por outra coisa qualquer - vamos fazer figas, sim?)
Este foi o estado em que terminei o treino do Dia da Mãe

Aqui já mais refeita do esforço