segunda-feira, janeiro 28, 2013
Coisas que não percebo
A propósito do acidente que vitimou 11 pessoas. Não consigo perceber como é que um autocarro que é contratado por uma empresa portuguesa não tem de estar em conformidade com as leis portuguesas.Para mim, que não percebo nada disto, é como se a taxa de alcolémia permitida por lei em Espanha fosse de 1gr e um espanhol fosse apanhado a conduzir em Portugal com 0,8gr e não fosse punido porque, no país dele, não estava a cometer um crime...
domingo, janeiro 27, 2013
18 semanas
Em casa, de molho. Por precaução.
Esta gravidez está a ser um bocadinho chata. Porque estou anémica, porque tenho dores se andar muito... Por isso estou em casa. Posso ir à rua mas sem grandes abusos.
Cá por casa também temos tido algumas aventuras domesticas que também não ajudam... Mas tudo se ha-de resolver.
E já cá cantam 18 semanas!
Esta gravidez está a ser um bocadinho chata. Porque estou anémica, porque tenho dores se andar muito... Por isso estou em casa. Posso ir à rua mas sem grandes abusos.
Cá por casa também temos tido algumas aventuras domesticas que também não ajudam... Mas tudo se ha-de resolver.
E já cá cantam 18 semanas!
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Desafios
Há dias em que a maternidade me parece o maior dos desafios... E sinto-me a falhar redondamente. Felizmente não me acontece todos os dias.
quarta-feira, janeiro 02, 2013
Kick
Foi assim esta manhã, às 14 semanas e 4 dias, o mano sentiu o primeiro pontapé da picatchu. Ele estava, como sempre, a passar a mão na minha barriga quando ela pregou um pequenino pontapé na barriga. E depois outro, e mais um... Foi uma emoção!
domingo, dezembro 30, 2012
Eu disse 5 horas?
Mas não. Deixem-me rectificar a informação que escrevi ainda na maternidade. Afinal eu estive oito horas na MAC. OITO!
Cheguei lá pouco passava das 10h30 e já eram quase 19h00 quando saí, não sem antes escrever uma reclamação e sem ouvir uma médica dizer " não sei o que se passou. Acho que o seu processo ficou meio esquecido". ESQUECIDO? Depois de eu ter ido várias vezes falar com a adminstrativa que estava lá sentadinha a olhar para os processos e dizer-lhe que achava um bocadinho demorado demais para quem só estava à espera do resultado de uma análise de urina e de fazer uma ecografia?
A sério. eu sei que escrevi uns posts inflamados sobre a MAC no meu facebook. E que as hormonas dão cabo de nós e isto, e aquilo.
Mas a verdade é que continuo a achar o mesmo. Há valências que só a MAC tem; há lá médicos de excelência.Eu quero muito acreditar na MAC. Mas aquele espaço não tem condições para receber grávidas. e de cada vez que lá vou mais confirmo a minha opinião. Eu escolho a MAC quando vou a uma urgência apesar de ter seguro de saúde. Mas, muito sinceramente, não sei se o faço por confiar mais naqueles médicos ou simplesmente porque todo o meu processo está lá. E, acreditem, às vezes parece que não serve de nada. Ninguém olha para as análises, para a história clínica...; de todas as vezes falo que fui gastrectomizada; perguntam-me o nome do antibiótico que tomei, quando me foi receitado lá e, como tal, deve constar no processo; na sext-feira mandaram-me fazer um CTG porque não se deram ao trabalho de ler o meu tempo de gravidez que a enfermeira tinha acabado de anotar; da vez anterior, e apesar da própria médica me dizer que eu estava com uma infecção urinária porque não tinha feito uma absorção correcta do antibiótico que tinha tomado anteriormente, voltou a receitar-me comprimidos em vez de injecções... Estou até hoje à espera que me liguem a marcar uma ecografica renal de urgência que foi pedida pela minha médica (essa sim, um médica do caraças!) no dia 3 de Dezembro!
E fico sempre nesta coisa, nesta indecisão de saber se devo ou não mudar de hospital. Porque eu quero muito acreditar na MAC e há pessoas que ainda me fazem acreditar que lá as coisas comrrem bem, e que se salvam muitas vidas, e muitos bebés e isto e aquilo... mas de cada vez que vou a uma urgência saio de lá aterrada, com muito medo que no dia do parto me calhe um daqueles médicos que atendem telefonemas de amigos e mandam SMS enquanto consultam grávidas, que olham para nós como se fossemos transparentes.
Cheguei lá pouco passava das 10h30 e já eram quase 19h00 quando saí, não sem antes escrever uma reclamação e sem ouvir uma médica dizer " não sei o que se passou. Acho que o seu processo ficou meio esquecido". ESQUECIDO? Depois de eu ter ido várias vezes falar com a adminstrativa que estava lá sentadinha a olhar para os processos e dizer-lhe que achava um bocadinho demorado demais para quem só estava à espera do resultado de uma análise de urina e de fazer uma ecografia?
A sério. eu sei que escrevi uns posts inflamados sobre a MAC no meu facebook. E que as hormonas dão cabo de nós e isto, e aquilo.
Mas a verdade é que continuo a achar o mesmo. Há valências que só a MAC tem; há lá médicos de excelência.Eu quero muito acreditar na MAC. Mas aquele espaço não tem condições para receber grávidas. e de cada vez que lá vou mais confirmo a minha opinião. Eu escolho a MAC quando vou a uma urgência apesar de ter seguro de saúde. Mas, muito sinceramente, não sei se o faço por confiar mais naqueles médicos ou simplesmente porque todo o meu processo está lá. E, acreditem, às vezes parece que não serve de nada. Ninguém olha para as análises, para a história clínica...; de todas as vezes falo que fui gastrectomizada; perguntam-me o nome do antibiótico que tomei, quando me foi receitado lá e, como tal, deve constar no processo; na sext-feira mandaram-me fazer um CTG porque não se deram ao trabalho de ler o meu tempo de gravidez que a enfermeira tinha acabado de anotar; da vez anterior, e apesar da própria médica me dizer que eu estava com uma infecção urinária porque não tinha feito uma absorção correcta do antibiótico que tinha tomado anteriormente, voltou a receitar-me comprimidos em vez de injecções... Estou até hoje à espera que me liguem a marcar uma ecografica renal de urgência que foi pedida pela minha médica (essa sim, um médica do caraças!) no dia 3 de Dezembro!
E fico sempre nesta coisa, nesta indecisão de saber se devo ou não mudar de hospital. Porque eu quero muito acreditar na MAC e há pessoas que ainda me fazem acreditar que lá as coisas comrrem bem, e que se salvam muitas vidas, e muitos bebés e isto e aquilo... mas de cada vez que vou a uma urgência saio de lá aterrada, com muito medo que no dia do parto me calhe um daqueles médicos que atendem telefonemas de amigos e mandam SMS enquanto consultam grávidas, que olham para nós como se fossemos transparentes.
sexta-feira, dezembro 28, 2012
Acabem com o ano, vá lá!
Talvez eu ande meio-histérica com esta coisa de estar grávida aos 36 anos, de me ter enfiado nesta grande aventura de alto risco sem um estômago que forneça comida à picatchu que cresce dentro de mim e que me dê forças para aturar a malta que me aparece à frente.
Ou então talvez não. Talvez seja normal que eu ande preocupada, que ache que duas infecções urinárias até às 13 semanas já são mais do que a conta, que não ache normal ter um corrimento castanho escuro acompanhado de moínhas na barriga. Então, e só neste caso, talvez seja normal que Eu me dirija a uma urgência para ver o que se passa. E pergunto-me, será normal esperar 5 horas, 5, pelo resultado de uma analise de urina e para fazer uma ecografia? A serio, considero-me uma pessoa tolerante e até já venho munida de tricô quando venho à Mac. Mas isto? Isto é demais! Uma sala de espera sem condições, tempos de espera que roçam o ridículo... De cada vê que aqui venho fico com a certeza que esta maternidade não tem condições para funcionar.
Ou então talvez não. Talvez seja normal que eu ande preocupada, que ache que duas infecções urinárias até às 13 semanas já são mais do que a conta, que não ache normal ter um corrimento castanho escuro acompanhado de moínhas na barriga. Então, e só neste caso, talvez seja normal que Eu me dirija a uma urgência para ver o que se passa. E pergunto-me, será normal esperar 5 horas, 5, pelo resultado de uma analise de urina e para fazer uma ecografia? A serio, considero-me uma pessoa tolerante e até já venho munida de tricô quando venho à Mac. Mas isto? Isto é demais! Uma sala de espera sem condições, tempos de espera que roçam o ridículo... De cada vê que aqui venho fico com a certeza que esta maternidade não tem condições para funcionar.
terça-feira, dezembro 25, 2012
quinta-feira, dezembro 13, 2012
estou que não posso...
Hoje levei a 6.ª de 10 injecções intramusculares... e posso afianças que isto aqui para estes lados não está nada fácil. Nadinha mesmo. Por vezes tenho tantas dores que me apetece chorar..., às vezes a perna prende... os enfermeiros, coitados, já tentam encontrar novos locais para me picarem... mas um rabo tem uma área limitada e o meu, verdade seja dita, não é dos maiores que já vi.
Sábado às 10h levarei a última dose... resta apenas saber quanto tempo estarei sem me conseguir sentar direita. UI!
Sábado às 10h levarei a última dose... resta apenas saber quanto tempo estarei sem me conseguir sentar direita. UI!
segunda-feira, dezembro 10, 2012
Quando os médicos não estão atentos...
... receitam antibióticos em comprimido a uma pessoa sem estômago ( e que, por isso, faz má absroçao de medicamentos), mesmo quando há uma repetição da infecção em duas semanas... mesmo depois da pessoa, moi, lhes ter explicado que faz má absorção...
Felizmente aparece quase sempre (mesmo que seja á terceira ida ao hospital), uma daquelas médicas que só de olhar para o processo clínico diz: «Mas esta gente anda toda maluca?». Sim, dra., a resposta é sim.
Felizmente aparece quase sempre (mesmo que seja á terceira ida ao hospital), uma daquelas médicas que só de olhar para o processo clínico diz: «Mas esta gente anda toda maluca?». Sim, dra., a resposta é sim.
sexta-feira, dezembro 07, 2012
Como o castigo que te dei me dói
Esta noite castiguei o meu filho. Há muito que as palmadas se foram e os castigos, até esses andavam fugidos. Mas esta noite ele abusou. Descontrolou-se, não parou para pensar mesmo quando lhe disse para o fazer... E castiguei-o onde lhe dói mais: não o deixei dormir comigo sté o pai chegar. Hoje, que era o nosso dia. Ele implorou perdão, que queria muito, que estava arrependido ( se bem, que quando lhe expliquei que os castigos não se tiram, ele me disse que então se ia portar mal porque nada valia a pena), e eu tentei explicar-lhe calmamente que não podia voltar atrás, que o tinha avisado, que ele tinha de perceber como agir.
Tenho a certeza que todos os manuais de pediatria me dão razão. Mas a verdade é que me sinto mal com a decisão que tomei.
Tenho a certeza que todos os manuais de pediatria me dão razão. Mas a verdade é que me sinto mal com a decisão que tomei.
sexta-feira, novembro 30, 2012
Anatomia de Grey
Ontem confiei em demasia na tecnologia.
Esqueci-me de gravar o segundo episódio da Anatomia de Grey e quando me sentei no sofá prontinha para o meu repasto de quinta-feira à noite o episódio já tinha acabado e já não dava para andar para trás no raio da box.
Estou danada. Só repete no sábado à noite.
Esqueci-me de gravar o segundo episódio da Anatomia de Grey e quando me sentei no sofá prontinha para o meu repasto de quinta-feira à noite o episódio já tinha acabado e já não dava para andar para trás no raio da box.
Estou danada. Só repete no sábado à noite.
segunda-feira, novembro 19, 2012
Fim-de-semana
foi curto, porque só começou depois de uma noitada de trabalho que me fez acordar tarde no sábado. Mas foi bom, muito bom... o meu filho continua "do lado bom da força", fuia um concerto dos Cowboy Junkies e, no domingo, houve almoço em casa da minha mãe, regressada a Lisboa. Foi bom... mas queria que amanhã fosse sexa-feira, outra vez.
quarta-feira, novembro 14, 2012
Estado das coisas
Eu já fiz muitas greves. As que achei necessárias. E para mim greve é greve de zelo. é ir e não trabalhar. É estar lá e não na praia, ou no café, ou nas compras, ou a beber café com os amigos. E também já fui a muitas manifestações: às que achei necessário ir.
Tento ensinar ao meu filho os princípios básicos de uma sociedade democrática, de uma sociedade cívica e mais justa. Ele sabe que a greve é um direito, que votar é um dever, mas também sabe que a rua é para se manter limpa, que não se deve cuspir no chão, que não se atiram pedras à polícia, e que quando as manifestações deixam de ser pacíficas nós debandamos... porque nã acreditamos que seja pela violência que se vai lá.
O meu filho, do alto dos seus 8 anos, sabe coisas que, pelos vistos, muita gente (jornalistas incluídos) não sabe. Ele sabe que uma carga polícial é sempre violenta, porque é uma carga... não pode ser pacífica.
Ele sabe que as pedras da calçada devem ficar na calçada. E sabe que se ouve num megafone que é para dispersar... o melhor é dispersar.
Hoje não fiz greve. Não porque ache que não há motivos para tal, não porque ache que está tudo bem. Não fiz greve porque não podia. Tenho uma pequena empresa e um dia sem trabalhar numa altura como esta pode ditar o seu encerramento. Por isso, pesando os prós e os contras, decidi trabalhar. Não fiz greve mas respeito muito quem a fez e quem a defende.
Mas não percebo quem se pendura na greve para dizer que não tem forma de chegar ao trabalho, e abomino os chamados "piquetes de greve", que maltratam colegas que querem trabalhar.
Hoje decidi não ir à manifestação. Mas respeito as pessoas que lá estiveram. Pelo menos as que foram de forma pacífica e ordeira. Mas, infelizmente, quando o PCP e a CGTP saem das manifestações (quando as dão por terminadas) há sempre uns badamecos profissionais da pedra e da lata de tinta, que gostam de fazer merda, de pôr em causa o que os outros conquistaram de forma pacífica, que buscam os 3 minutos de fama do directo da televisão, que ganham o dia quando acertam com uma pedra num polícia.
Talvez seja porque o meu pai foi polícia, ou talvez não, mas eu vejo ali pessoas. Por detrás dos escudos partidos e dos capacetes eu vejo pessoas. Algumas delas com umas ganas do caraças de fazer greve, de se manifestar... mas não podem. Estão ali a trabalhar. E, depois de hora e meia de pedrada e de um pré-aviso de que vão fazer uma carga, o que se espera? Que escolham a dedo em quem vão bater? Que há velhos e crianças? Deviam ter-se posto ao largo.
É como ir a um jogo de futebol de alto risco e achar que não há perigo, que nada nos vai acontecer. Eu adoro futebol e gosto de ir ao estádio em família, mas há momentos em que sei que o melhor é ficar em casa...
Peço muitas desculpas. Porventura alguns dos meus amigos vão achar que sou uma perigosa fascista, que me transformei numa reaccionária de primeira mas, citando o meu falecido pai "só se perderam as que caíram no chão".
Tento ensinar ao meu filho os princípios básicos de uma sociedade democrática, de uma sociedade cívica e mais justa. Ele sabe que a greve é um direito, que votar é um dever, mas também sabe que a rua é para se manter limpa, que não se deve cuspir no chão, que não se atiram pedras à polícia, e que quando as manifestações deixam de ser pacíficas nós debandamos... porque nã acreditamos que seja pela violência que se vai lá.
O meu filho, do alto dos seus 8 anos, sabe coisas que, pelos vistos, muita gente (jornalistas incluídos) não sabe. Ele sabe que uma carga polícial é sempre violenta, porque é uma carga... não pode ser pacífica.
Ele sabe que as pedras da calçada devem ficar na calçada. E sabe que se ouve num megafone que é para dispersar... o melhor é dispersar.
Hoje não fiz greve. Não porque ache que não há motivos para tal, não porque ache que está tudo bem. Não fiz greve porque não podia. Tenho uma pequena empresa e um dia sem trabalhar numa altura como esta pode ditar o seu encerramento. Por isso, pesando os prós e os contras, decidi trabalhar. Não fiz greve mas respeito muito quem a fez e quem a defende.
Mas não percebo quem se pendura na greve para dizer que não tem forma de chegar ao trabalho, e abomino os chamados "piquetes de greve", que maltratam colegas que querem trabalhar.
Hoje decidi não ir à manifestação. Mas respeito as pessoas que lá estiveram. Pelo menos as que foram de forma pacífica e ordeira. Mas, infelizmente, quando o PCP e a CGTP saem das manifestações (quando as dão por terminadas) há sempre uns badamecos profissionais da pedra e da lata de tinta, que gostam de fazer merda, de pôr em causa o que os outros conquistaram de forma pacífica, que buscam os 3 minutos de fama do directo da televisão, que ganham o dia quando acertam com uma pedra num polícia.
Talvez seja porque o meu pai foi polícia, ou talvez não, mas eu vejo ali pessoas. Por detrás dos escudos partidos e dos capacetes eu vejo pessoas. Algumas delas com umas ganas do caraças de fazer greve, de se manifestar... mas não podem. Estão ali a trabalhar. E, depois de hora e meia de pedrada e de um pré-aviso de que vão fazer uma carga, o que se espera? Que escolham a dedo em quem vão bater? Que há velhos e crianças? Deviam ter-se posto ao largo.
É como ir a um jogo de futebol de alto risco e achar que não há perigo, que nada nos vai acontecer. Eu adoro futebol e gosto de ir ao estádio em família, mas há momentos em que sei que o melhor é ficar em casa...
Peço muitas desculpas. Porventura alguns dos meus amigos vão achar que sou uma perigosa fascista, que me transformei numa reaccionária de primeira mas, citando o meu falecido pai "só se perderam as que caíram no chão".
terça-feira, novembro 13, 2012
segunda-feira, novembro 12, 2012
A tampa
Desde muito pequeno que o meu filho gosta de dormir todo tapadinho até às orelhas. Mesmo que depois se destape durante a noite. No momento em que se deita, o edredão tem de chegar às orelhas para se sentir quentinho.
Este Verão comprámos-lhe um beliche enorme, com um colchão de dois metros. Mas o edredão permaneceu o mesmo, também com dois metros. Durante o Verão não houve crise mas, agora que o frio começou a apertar, ele sentia-se infeliz por não ter uma "tampa" até às orelhas ou, pelo menos, até ao pescoço.
E lá fui ao IKEA, onde tinha comprado o colchão, à procura do edredão. Mas a loja não tem os benditos com mais de dois metros. E hoje a casa ia caindo. Ele acordou com birra, porque tinha sono e, depois de ter passado dez minutos na minha cama tapadinho até à testa, começou a chorar alegando que eu "não lhe dava condições para descansar". E chorou, chorou... e eu lá fui, em busca do edredão de 2,20m que, felizmente, encontrei na Zara Home.
Hoje, lá em casa, vai haver uma criança feliz! E uma mãe mais tranquila
Este Verão comprámos-lhe um beliche enorme, com um colchão de dois metros. Mas o edredão permaneceu o mesmo, também com dois metros. Durante o Verão não houve crise mas, agora que o frio começou a apertar, ele sentia-se infeliz por não ter uma "tampa" até às orelhas ou, pelo menos, até ao pescoço.
E lá fui ao IKEA, onde tinha comprado o colchão, à procura do edredão. Mas a loja não tem os benditos com mais de dois metros. E hoje a casa ia caindo. Ele acordou com birra, porque tinha sono e, depois de ter passado dez minutos na minha cama tapadinho até à testa, começou a chorar alegando que eu "não lhe dava condições para descansar". E chorou, chorou... e eu lá fui, em busca do edredão de 2,20m que, felizmente, encontrei na Zara Home.
Hoje, lá em casa, vai haver uma criança feliz! E uma mãe mais tranquila
Consegui
No dia em que a Frau Merkel esteve em Portugal consegui não ver televisão. Nada de notícias logo, para mim, é como se ela não tivesse passado por cá. Nada mau.
sábado, novembro 03, 2012
Dr. Pina...
Já aqui falei muitas vezes do Dr. Pina, o médico que me operou e me salvou, literalmente. Tudo o que possa dizer sobre ele, sobre a sua generosidade, sobre o seu profissionalismo e dedicação, é pouco. Nunca será o suficiente. Porque o que ele fez foi, nas palavras dos muitos médicos com os quais já falei entretanto, um milagre.
Infelizmente, o Dr. Pina não viveu o suficiente para me aturar muitos anos. E hoje sinto-me orfã. Precisava de falar com ele, de pedir conselhos, orientação. Apetecia-me ligar-lhe para darmos umas boas gargalhadas com o que tinha para lhe contar... tenho a certeza que nunca encontrarei outro médico como ele, e isso deixa-me triste.
Infelizmente, o Dr. Pina não viveu o suficiente para me aturar muitos anos. E hoje sinto-me orfã. Precisava de falar com ele, de pedir conselhos, orientação. Apetecia-me ligar-lhe para darmos umas boas gargalhadas com o que tinha para lhe contar... tenho a certeza que nunca encontrarei outro médico como ele, e isso deixa-me triste.
quinta-feira, novembro 01, 2012
Boas notícias
A Marisa Monte vem a Portugal em Abril, a Disney vai continuar a saga da Guerra das Estrelas, fui ver o skyfall mesmo antes das avós invadirem a nossa casa e agora vou ver o top gun ou o cricodile dundee 2 enquanto como línguas de gato!
Nada mau
Nada mau
quarta-feira, outubro 31, 2012
Xi pá...
Aqui em cada estamos tão cansados que acabámos de adormecer no sofá com o fogão ligado... Era o almoço de amanhã... Quase incendiei a casa. Está um pivete que não se aguenta.
Isto está mesmo mau.
Isto está mesmo mau.
quinta-feira, outubro 25, 2012
Tosse
Odeio-a tanto... Esta maldita tosse que o corrói, coitadinho. Horas e horas a fio a tossir...
O que vale é que amanhã já é quase fim-de-semana.
O que vale é que amanhã já é quase fim-de-semana.
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