segunda-feira, dezembro 27, 2010

Ainda o Natal


Do marido! Tão lindo, tão lindo. Não consigo parar de ouvir. Grande parte deste tipo de discos, que tentam misturar jazz e música clássica, são um pavor. Mas este é tão bonito, tão bonito que podia muito bem ter sido a´minha única prenda de Natal.

Mais Natal


Este foi, sem dúvida, o Natal Bimba y Lola.
Sapatos pretos de salto alto. Oferta da sogra.
Bimba y Lola do Outlet.
Amei

domingo, dezembro 26, 2010

Natal


Da mãe, com muito amor. Lindas
Bimba y Lola; outlet.

Era isto que eu temia


Depois de seis anos a resistir, lá sucumbimos à Playstation. E já me começo a arrepender. Vejamos, ontem foi isto que aqui se vê; hoje já tive de pôr o Henrique de castigo proibindo-o de jogar hoje. Houve gritos, choradeira... vamos ter uma relação difícil com o raio da maquineta.

terça-feira, dezembro 21, 2010

As boas compras

Se há pessoa que fica feliz com uma pechincha sou eu, a sério. Adoro ver os preços a baixar, a baixar e gosto ainda mais de me ver com uns saquitos de compras todas por tuta e meia.
Este ano, como já disse, não comprei praticamente nada das novas colecções de roupa. Primeiro porque tudo o que gostava era muito caro, depois porque há coisas que já não compro e lojas nas quais já não entro. Calças mal cortadas, camisolas que banham borboto à primeira lavagem... são coisas que cada vez me fazem mais espécie. Prefiro ter menos, mas melhor. E se puder ser mais barato melhor ainda.
O sábado passado fui ao Freeport acompanhar a minha sogra que ainda tinha umas compras para fazer. Fui contrariada porque achei que ainda não haveria promoções e que as lojas estariam todas rapadas. Enganei-me. A Bimba y Lola já tinha uns preços muito jeitosos (exepção feita às malas) e por lá desterrei grande parte do dinheiro que tinha destinado às compras: dois pares de calças de ganga skinny, uma camisola e dois pares de sapatos. Ainda entrei na Purificacion Garcia mas, depois das compras na Bimba y Lola, fiquei a achar tudo caríssimo. Esperamos por Janeiro. E, por fim, dei um ar da minha graça na Intimissimi. Aquilo era uma loja de arrepiar, com tudo ao molho e fé em Deus e, por isso, nem queria acreditar quando lá entrei: tudo muito arrumadinho, por temas. Gostei. Como disse alguém lá em casa, parece que a Irina andou em arrumações. Tudo tão bonitinho, tão coquete... o estrago foi grande, mas tudo óptimas compras. Agora há que voltar a fechar a torneira e esperar, pacientemente, pelas grandes pechinchas de Janeiro/Fevereiro (aniversário aqui da bebé).

Já só faltam três dias

e o Henrique começa a enlouquecer com a contagem decrescente... não há prendas na árvore (que o Pai Natal há-de tocar à campainha por volta da meia-noite de dia 24), mas já há lsta de compras de supermercado para a consoada, feita pelo petiz e em letra manuscrita, como o próprio gosta de se gabar.
As prendas estão praticamente todas compradas, excepção feita à do meu sobrinho mais velho, que vai ficar resolvida hoje. Este ano não houve grandes desvarios, que a vida não está para isso. Esta coisa do negócio próprio foi o melhor que podia ter feito, sim senhora, mas a verdade é que não há subsídio e, sem subsídio não há palhacinhos. Há uma prenda para cada um lá de casa e vva o velho.
Este ano também não me desgracei em compras, e Deus sabe como me custa. Fui-me contendo, a custo, para os saldos ou para promoções que realmente valessem a pena. Amanhã é dia de compras no supermercado, as últimas faltas; na sexta vamos ao mercado e, de preferência, fazemos um desvio até à baixa para comermos um sonho da casa chinesa.
E depois, depois é que vão ser elas, cozinhar, arrumar, arranjar.
Mas, para já, vou-me deixar de escrevinhices e trabalhar que não é para isto que me pagam.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Chegou

A custo, é verdade, mas o espírito de Natal baixou sobre mim. Estou a ultimar os presentes e a lista de supermercado para a ceia de Natal. Vai ser bonito, vai ser feliz e vamos estar todos juntos. Sem o meu pai, é verdade. Mas vamos estar felizes.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

O tempo voa

Já só faltam 11 dias para o Natal. Lembrou-mo o meu filho hoje de manhã enquanto olhava para o calendário do Advento. E eu não consegui evitar um olhar de tristeza. Caramba, ainda me falta tanta coisa. Caramba, desta vez não me sinto particularmente feliz ou bem disposta. E eu costumo ficar tão contente no Natal... gosto das cores, da azáfama das prendas, dos embrulhos, dos fritos, de pensar a ementa da ceia de Natal, de escolher prendas, de passear na baixa. Este ano... este ano não fiz nada disso. Talvez o facto de ter tido uma infecção respiratória como há muito não me lembrava de ter tenha ajudado. Fiquei quase uma semana de cama e mesmo depois de já estar a trabalhar quase que não conseguia andar mais de 5 minutos sem começar a arfar como o Darth Vader.
Hoje já me sinto melhor, mas continuo sem a luzinha de Natal acesa em mim.
E tenho muitas saudades do meu pai. Muitas mesmo.
E queria resolver os problemas dos que me rodeiam e não consigo.
E queria ter tempo e disposição, e vontade para organizar jantares de amigos lá em casa. Mas não tenho... E já só tenho 11 dias para mudar esta porra em mim.

sábado, dezembro 04, 2010

Grito do Ipiranga

Henrique, 6 anos e meio, manhã de sábado, dia 4 de Dezembro:
"Mãe, posso encostar a porta do meu quarto para não sair o calor do aquecedor?"
"Claro, querido."
"Se quiserem entrar batam à porta, por favor."
Medo!

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Crónica do sofá

É onde nos encontramos: eu e o meu pimpolho: os dois de computador no colo. Os dois doentes. Ele tem uma mancha no pulmão. Vamos hoje "descobrir" exactamente o que quer esta expressão dizer. Depois de uma manhã (a de ontem) surreal no Hospital da Estefânia, com uma médica que falava comigo enquanto mascava pastilha elástica de boca aberta, ficámos a saber quase o mesmo que sabíamos antes.
Hoje vamos à peditara, essa sim, uma médica a sério. Deixamos lá €80, mas vale a pena cada cêntimo (enquanto pudermos).
E agora vamos parar um bocadinho e vamos ver se somos nós e nuestros hermanos os organizadores do mundial.

segunda-feira, novembro 29, 2010

Quando for grande

Quando for grande quero ser como a Isabel Jonet!
Grande mulher.

Portugal solidário

Apesar da crise, apesar de estarmos todos um bocadinho mais pobres (e alguns de nós bastante mais, até), as doações para o Banco Alimentar contra a Fome aumentaram cerca de 30%. É uma excelente notícia em tempos de tanta descrença. Ao contrário do nosso governo, que continua a gastar mal e a mais o dinheiro dos nossos impostos, a parte do orçamento que fica em casa das famílias portuguesas está a ser bem orientada. Tão bem que ainda dá para dar mais e a quem mais precisa.
Notícias de um Portugal solidário em tempos de crise, fazem-me acreditar nas pessoas.

quinta-feira, novembro 25, 2010

Medo

Esta noite foi um terror. O Henrique começou a tossir às 4 da manhã e não mais parou... já alterámos a medicação, mas a tosse que oiço neste momento não augura nada de bom... medo, tenho medo.

terça-feira, novembro 23, 2010

Parar para pensar

Nos primeiros dez meses deste ano morreram 39 mulheres vítimas de violência doméstica. No ano passado morreram 29.
Dá que pensar não dá? Como é que alguém que supostamente nos amou nos pode matar?
Dá para pensar no tipo de homens que estamos a educar, no país que temos...

segunda-feira, novembro 22, 2010

Assustada

Eu tento não me deixar abalar com o fantasma da crise. A sério que tento. Não se esqueçam que me despedi do maior grupo editorial português para abrir a minha própria editora. Sou aquilo que se pode chamar uma optimista nata. Mas quando vejo uma das poucas pessoas em cuja palavra acredito a dizer que este corte salarial foi o primeiro de vários e que, provavelmente, se vai estender ao sector privado, começo a entrar em pânico. Um pânico pequenino, mas um pânico... Oh prof. Luís Duque tem mesmo a certeza do que acabou de dizer na SIC? Os cortes vão mesmo (quase de certeza) até aos 10%?
Medo.

É triste, mas é verdade

Depois de muito adiar, por falta de tempo e não por achar que iria descobrir a cura da sida ali dentro, acabei por abrir o meu diário de adolescente (tardia, porque foi dos 15 aos 20) no passado fim-de-semana. E foi triste. Não havia ali nada de vagamente interessante. Nada. Donde concluí que eu fui uma adolescente verdadeiramente insuportável que nem para escrever um diário servia. Apesar de achar que deveria ter feito muito mal a alguém para ser tão infeliz, a verdade é que passava largos meses sem escrever uma linha que fosse naquelas páginas seladas a cadeado. E, quando o fazia, raramente acabava por escrever sobre o assunto que me tinha levado a abrir o tal caderninho. Começa por mencionar que tinha uma coisa importante para dizer, rapidamente começava a divagar sobre outra coisa qualquer e acabava, quase sempre, por dizer que estava muito cansada e que no dia seguinte voltaria para escrever mais e, adivinhem? Nunca voltava.
Pode-se, portanto, concluir, que ganhei imenso com a idade.
Agora vou ali queimar o meu diário e já volto :-)

domingo, novembro 21, 2010

Já está

É oficial: 12 anos e meio depois de ter saído da faculdade sou, oficialmente licenciada em Ciências da Comunicação com média de 14 - Bom. E quem o diz? O certificado de habilitações que tive de pedir e que me custou 133 euros. Bem que tentei andar na clandestinidade. E consegui, durante 12 anos e meio consegui não ter de ceder, mas quando falamos de institutos públicos a coisa pia mais fininho e eu tive de me render. Fui mesmo obrigada a pedir o raio do papel e custou-me tanto... podia ter comprado tantas prendas de Natal com aquele dinheirinho, mas tantas. E, de cada vez que penso no assunto dá-me vontade de esmurrar alguém. Quer dizer, a malta anda quatro anos na faculdade, paga as suas propinas, cumpre com as suas obrigações de estudante e, quando acaba o curso, não tem como provar que o fez. Ou melhor, tem se pagar 133 euros. Mas haverá coisa mais estúpida?? Eu não falo de um diploma, porque percebo que o lacre ande pela hora da morte, mas uma merda de um pape impresso em frente e verso custar 133 euros parece-me o fim da picada. Mas paguei e não reclamei, que a senhora da secretaria não tem culpa das regras. Irra!

quarta-feira, novembro 17, 2010

Revelações do passado

Hoje, por força das circunstâncias, dei por mim em casa da minha mãe à procura do meu relatório de estágio e de mais umas papeladas do tempo da faculdade que me ajudem na tarefa de,finalmente, 12 anos e meio depois de concluída a licenciatura, pedir o meu certificado de habilitações.
E, no meio da tragicomédia que foi procurar papeis que, supostamente, entreguei na faculdade há mais de uma vida atrás, encontrei algumas preciosidades do passado que me vão fazer rir nos próximos dias. A saber: uma fotografia da minha turma da segunda classe; um dossiê da escola, do ano de 1992 com poemas muito maus escritos em jeito de dedicatória por algumas amigas; os certificados de habilitações do 11º e 12º anos e ....tchanan...... um diário. é verdade, um diário de capa preta, com uma flor ridícula, e com material que deve ser lindo mas que não vou ter tempo de ler esta noite. Eu fico com vontade de rir só de imaginar o que por lá mora, que grandes sofrimentos da minha existência lá relatei.
Nada de picante que fui uma miúda muito casta até muito tarde (talvez demasiado tarde), mas aposto que tenho lá umas cenitas bem melodramáticas.
Amanhã, de amanhã não passa.

terça-feira, novembro 09, 2010

IUPI!


Três meses depois, aqui está o primeiro fruto do nosso novo projecto, o livro da Filipa Vacondeus. Ninguém pode imaginar o que se sente quando se olha para a obra acabada, assim, prontinha e já à venda.
Esperemos que seja o primeiro de muitos e muito frutos.


Celebrações


Ontem foi dia de comemorações lá por casa: aniversário do marido, e aniversário nosso. Fez ontem nove anos que vivemos juntos. Muito fixe.

Ontem foi dia de prendas e surpresas.

Uma delas foi esta. Fica linda, na nossa sala!