segunda-feira, março 01, 2010
Alguém tem de ceder...
terça-feira, fevereiro 23, 2010
xi pá, dá para parar com isto?
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Acto de fé
O que é que ele quer dizer? Que devemos fingir que estas escutas não existiram porque violam o segredo de justiça? Que elas foram adulteradas? Ou quererá simplesmente dizer que ele está muito mal rodeado? que os seus amigos são pessoas de índole duvidosa e que ele é, no mínimo, bastante ingénuo.
Que me perdoe o PM mas a minha fé nele anda pelas ruas da amargura. Está ainda pior do que a minha fé em Deus, e olhem que essa já anda mal.
Uma nota final para felicitar Miguel Sousa Tavares: não se tratou de um combate, tão somente de uma entrevista, mas gostei de ver alguém a fazer perguntas difíceis.
domingo, fevereiro 21, 2010
horror

quinta-feira, fevereiro 18, 2010
34

quarta-feira, fevereiro 17, 2010
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Iupi! Estou de férias
Em relação à minha amiga, ainda a procissão vai no adro, mas a esta hora sei que está na sua casinha, talvez aninhada no sofá com o seu gajo e os seus gatos, pronta para passar o seu aniversário com grande calma, à espera de terça-feira, dia em que será operada.
A convenção de vendas já foi! Não correu brilhantemente mas também não correu mal. Já foi e agora estou em contagem decrescente para Nova Iorque, sentada no meu sofá, com uma botija de água quente no colo e um copo de Post Scriptum à minha frente.
O miúdo não tosse (nem quero falar muito para não dar azar), depois de uma noite passada nas urgências da Cuf e eu estou em frente à tv a ver o lipstick jungle e a pensar que, tchanan, já dei uma voltinha com aquele Rodrigo. Xi pá, eu já fui uma gaja gira. Há muitos anos, mas não deixa de me fazer rir. Eheheheheh,
Vou mas é dormir que o meu aml é sono
Ah, e last but not least: ESTOU DE FÈRIAS!!!!
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
bipolar
Começou mal, depois de uma madrugada em branco. Sim, depois de uma noite de segunda com chichi na cama e a de terça com tosse cavernosa, a de ontem foi mais original:paragem de digestão às 5 da manhã para não mais dormirmos. Portanto, assim de levezinho, pode-se dizer que ando com humor de cão (cadela). Mas como dizia, o dia começou mal mas logo se recompôs. No meio deste carrocel que tem sido a minha vida nos últimos dias esqueci-me de aqui dizer que começaram os exames oficiais para a minha revisão dos 5 mil estar completa ou, melhor ainda, estamos quase em condições de fazer a festa do mata-bicho (depois de 8 de Março). Lá fui eu, de olheiras até aos joelhos fazer a minha querida endoscopia. Tudo bem, tudo "lindo", nas palavras do médico. Segundo ele vou vier até aos 74.
Mas, depois de queimada esta adrenalina, passei o resto do dia em transe, à espera que o telefone tocasse e a minha C me desse notícias da p* da petazeta que ela tem na cabeça.
O diagnóstico não é o melhor, mas também não é o pior. Pode-se dizer que fiquei algo tranquila. Porque não é fatal e porque sei o que se está a passar. Pela primeira vez nesta semana sabemos o que se está a passar. E isso é reconfortante. Mas corta-me o coração saber que na próxima terça-feira, quando eu estiver a rumar a NY (viagem para a qual te convidei, C), ela, a minha amiga mais querida de todas, vai estar a ser operada.
Caraças, e ainda nem sequer é sexta-feira!
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Dia 0
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Boas novas
Nem tudo é cinza escuro.
domingo, janeiro 31, 2010
...
Até amanhã, amiga.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Avanços e recuos
Com tantos avanços há, no entanto, um recuo que me preocupa: o chichi. O Henrique nasceu com hipospádias, uma malformação da pilinha que já o obrigou a 3 cirurgias. Mesmo assim terá de se submeter a uma última porque, neste momento, tem dois jactos de chichi e quando acaba de o fazer forma-se sempre uma bolsinha com chichi que faz com que pingue as cuecas, por mais cuidado que tenha. Apesar destas condicionantes, o Henrique, há cerca de seis meses, deixou de fazer chichi na cama. Para isso bastava que um dos pais o levasse à casa de banho por volta da meia-noite. Depois, no fim de Novembro, deixou de ser necessário levá-lo, e ficámos muito felizes. Ele começou a chamar-nos de cada vez que queria fazer chichi. Em Dezembro fez duas infecções urinárias e não sei se foi por isso, nas duas últimas semanas voltámos ao chichi na cama. O fim-de-semana passado chegou a fazer, na mesma noite, chichi na cama por duas vezes.
Não sei se deva estar muito preocupada. Tudo o que leio na net me fala dos problemas da enurese nocturna, e isto e aquilo. Não sei se deva ficar muito preocupada ou se deva aguardar e achar que, no meio de tantos avanços, os recuos são mesmo normais.
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Foi há 25 anos
mas para mim é como se tivesse sido ontem. Não me canso desta canção e muito menos do que ela representa.
domingo, janeiro 17, 2010
Que modernos que somos... ou eramos?
É triste, mas conheço muita gente de direita mais de fiar do que este senhor.
quinta-feira, janeiro 14, 2010
fim de dia perfeito
De manhã, após rápida conversa com a educadora fiquei a saber que ele está mais calmo e que está com imensa vontade de trabalhar nas áreas e de aprender.
A meio da tarde recebi um telefonema da escola de música. Este ano o Henrique tem andado muito diferente na escolinha; não está interessado, não quer ir e, pior de tudo, tem-se portado mal. Depois de muito pensar decidi falar com a professora. Parecia-me que o miúdo tinha falta de estímulo e a culpa, neste caso, só neste caso, não era dele. Mas sim do novo sistema educativo lá da escola que decidiu juntar todas as crianças da pré iniciação musical. Resultado: o Henrique, que já anda na escolinha há três anos, começou a ter aulas com meninos sem o mínimo de formação musical e mais novos, com 3 e 4 anos. Bem, isto para dizer que fiquei muito satisfeita com o telefonema da professora. "Sabe, fiquei a pensar no que me disse e acho que tem razão", disse-me ela. Como alternativa sugeriu-me integrar o Henrique nas aulas de iniciação musical, já com meninos de 6 anos, já sentadinho à mesa. Gostei e ele, então, adorou a novidade. E com a vantagem de, como as aulas são mais tarde, posso ser eu a ir buscá-lo à escola e não a empregada.
Depois de chegar a casa e de saber que se tinha portado bem decidi premiá-lo comuma ida ao seu restaurante favorito: só nós dois, porque esta semana voltámos à nossa rotina das quintas-feiras juntos, após uma baixa de dois meses e meio do pai. Ele vibrou. Fomos e viemos de metro (que o pai levou a cadeirinha dele no carro), muito beijos, abraços e jogos de sombras (levou uma lanterna que eu apontava para a parede da carruagem enquanto ele dizia todas as falas da idade do gelo 3 acompanhadas de jogos de mímica). Chegámos a casa, lavar dentes, chichi e cama. Esta aqui onde me encontro, grande. Eu ao computador e ele a ilustrar uma nova história. "Orelhas de Borboleta". Não sei onde foi desencantar o nome, mas achei delicioso. E não é que ele sabe mesmo desenhar borboletas? E deu-lhes nomes e tudo. E até escreveu sozinho alguns desses nomes... estou babada, não estou? É verdade. Hoje amo-o ainda mais e só me apetece apertá-lo e beijá-lo enquanto dorme aqui ao lado
Boas intenções
frase do dia
Foi uma frase que ouvi esta semana da boca de uma grande mulher.
Quero tê-la bem presente.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
triste
F*
terça-feira, janeiro 12, 2010
Varada..
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Give me a break ou, porque raio ainda me surpreendo com a estupidez?
Eu sou uma defensora de todas as liberdades e cada um faz o que quer das redes sociais, mas no momento em que o país atravessa uma crise dos diabos, em que temos mais e mais desempregados a cada dia que passa, em que se discute o casamento gay e os direitos de adopção destes casais, ainda há pessoas que têm a lata de criar um grupo no facebook contra uma pessoa que se candidata a um concurso para ganhar sapatos? E nem é esta a parte que me deixa surpreendida, porque a moçoila que criou o grupo, a julgar pela sua foto, tem todo o ar de quem deseja tanto os 250 euros em sapatos do prémio que écapaz de furar olhos com garfos para o conseguir. O que me deixa de queixos no chão é a expressão que ela usa para fundar o grupo. Ela acha que se impedir a outra miúda (que por acaso é muito mais gira e estilosa) de ganhar os sapatos está a contribuir para que se acabem com as injustiças sociais. Injustiças sociais??? Deus, é nestas alturas que me sinto velha e sem paciência, quando vejo que se confude a socialite com coisas verdadeiramente importantes...
quinta-feira, janeiro 07, 2010
Pecado
terça-feira, janeiro 05, 2010
Balanço
segunda-feira, janeiro 04, 2010
o céu tem mais uma estrela
Recordá-la-ei não pela doença que a levou, mas pela profundidade e sensualidade da sua magnífica voz.
segunda-feira, dezembro 28, 2009
saudades com sorrisos
Mas hoje pai, foi mais forte do que eu, lembrei-me de ti quando regressava do trabalho e no rádio parei na Amália FM. Escutava-se "O Rapaz da Camisola Verde", faduncho do qual tanto gostavas. E dei por mim a rir-me como uma perdida e a lembrar-me de ti e da forma como gozava contigo por gostares desse fado.
Onde quer que estejas pai, sente o meu beijo com muito amor
sábado, dezembro 26, 2009
A ressacar o Natal
volto mais tarde com as prendas de Natal-
quarta-feira, dezembro 16, 2009
É Natal
Estamos a 8 dias da noite de Natal e ainda não tinha baixado em mim" o espírito dos Natais passados... aqueles em que a família estava completa. Em memória deles e na esperança que os Natais futuros sejam mais sorridentes, aqui fica uma das minhas favoritas de sempre.
Feliz Natal!
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Obrigada, Pai Natal
quinta-feira, dezembro 10, 2009
tudo isto numa semana?
É maravilhoso ver que, depois de uma doença, a memória que lhe fica
terça-feira, dezembro 01, 2009
Back
quinta-feira, novembro 26, 2009
Obrigada
Obrigada Marta, pelo seu comentário. E aproveito para dizwer que não tenho Fox Life. Tenho meo... só a partir de Janeiro é que passo a ter Fox Life. Até lá tenho mesmo de me contentar com a 5ª série na RTP 2
terça-feira, novembro 24, 2009
post interrompido
quinta-feira, novembro 19, 2009
Podia ser pior. Podia?
quinta-feira, novembro 12, 2009
fazer de conta
Mas o pai apresentou a solução perfeita "vou ali para a sala ver televisão e faz de conta que estou no jornal a trabalhar". E assim foi, depois do jantar o pai despediu-se com "um beijinho que vou trabalhar". E aqui está ele, a roncar ligeiramente, com os pezinhos enroscados nos meus.
E é muito bom.
quarta-feira, novembro 11, 2009
nas pequenas coisas
Este fim-de-semana, enquanto tomávamos banho, olhou-me com aqueles olhos de criança cheia de medo e disse "Mãe, nunca te vou esquecer. Nem quando morreres. Eu também não esqueci o avô António".
Por isso pai, como podes ver, estás em nós, na peça de roupa que comprei quando te fui ver ao hospital, na frase que dirias, no petisco que como e que sei que adoravas... estás em tudo e nem por isso as saudades são menos.
segunda-feira, novembro 09, 2009
segunda-feira, novembro 02, 2009
Ele há dias...
quarta-feira, outubro 28, 2009
cromice do dia
Eu sabia que me ia arrepender...
terça-feira, outubro 27, 2009
voltei...
E ainda nem cheguei a meio da semana
Comecei a minha semana de trabalho com praticamente duas directas em cima. O Henrique, que parecia estar a resistir lindamente às mudanças de temperatura, começou a tossir no sábado à tarde para não mais parar. Chamámos um médico a casa na madrugada de sábado mas, mesmo medicado, voltou a não dormir na noite de domingo. Ele e todos cá em casa. Com a agravante do pai, como anda de braço ao peito, não poder ajudar a pegar no pimpolho ao colo.
Eu, que já andava estoirada com o volume de trabalho, fiquei nas lonas. Comecei a segunda com cara de sexta... resultado, a coisa não correu bem, no escritório. Gritei, esbracejei, refilei... porque estava cansada, é verdade, mas porque também é preciso. De vez em quando é preciso que saibam que não somos feitos de gelatina. Não me levem a mal, gosto muito de gelatina, mas no prato.
O dia de segunda acabou com uma ida ao consultório da pediatra, onde deixei mais 80 euros e de onde saí com um novo saco de medicamentos. Tirando a laringite e a crise de tosse (que é assustadora, acreditem).
Mas as coisas vão melhorar, acredito. A empregada nova já começou e deixou boa impressão em todos cá em casa, a minha mãe continua a ajudar de forma preciosa e eu consegui dormir seis horas na noite passada. Não as oito de que tanto preciso, mas seis já não é mau.
Só a parte do trabalho é que não há maneira de abrandar... acho que o melhor é levar qualquer coisa de alfazema para queimar no escritório, antes que parta a cara a alguém...
mas, antes disso, vou rezar para que o pequeno pirata passe uma boa noite... ele e eu. E, já agora, tentar não adormecer antes do episódio da anatomia de grey que está quase a começar e que é uma das alegrias da minha vidinha. E, se não for pedir muito, queria mesmo chegar inteira a sexta-feira
domingo, outubro 25, 2009
A minha mãe é a melhor do mundo
Obrigada querida mãe.
quinta-feira, outubro 15, 2009
Operação empregada concluída
Conquistou o Henrique durante a entrevista. Ainda a procissão ía no adro e ele já estava no colo dela a dar-lhe beijinhos e a dizer que podíamos ficar com ela. Vai ser muito difícil substituir a Chica. Foram três anos. É uma familiar que o meu filho perde. Mas espero que vá ficar em boas mãos... A ver vamos
terça-feira, outubro 13, 2009
Reforço
Mas também percebi que confio cada vez menos nas pessoas, principalmente nas que conheço.
O mundo é mesmo um lugar estranho.
domingo, outubro 11, 2009
Como é possível?
E como é possível que, minutos depois me peça desculpas, me dê um beijo e um abraço apertado, me diga que eu não o devia ter puxado pelo pescoço (agarrei-o para lhe lavar os dentes) e, mesmo assim, eu me sinta um traste?
sexta-feira, outubro 09, 2009
Obrigada, senhor Obama
Senhor Obama, eu já gostava de si e hoje passei a gostar ainda mais. Porque o senhor, sem saber muito bem porquê, amenizou a minha dor, tornou menos dolorosa a colocação da placa com a foto e com o nome do meu pai em cima do jazigo de família, fez-me pensar que há mais no mundo que a minha tristeza.
Obrigada, senhor Obama
Ano I depois de ti
E quem me conhece sabe que sou a última pessoa a criticar ou a condenar o meu pai. O que ele vivia, sendo viver, ja não era quase nada. Era coisa pouca para um homem tão grande e tão generoso.
Faz hoje precisamente um ano que soube o que era perder um bocadinho de mim. E, fechando os olhos, lembro-me de quase tudo o que aconteceu nesse dia.
Todos tínhamos consciência que o meu pai nos estava a escapar por entre os dedos; ele já tinha desisitido há alguns dias; lembro-me do telefonema para me ir despedir dele; recordo-me perfeitamente dos minutos que estivemos a sós... ele já inconscinete, sereno, tranquilo. O coração a bater cada vez mais devagar; sei exactamente o que lhe disse, os beijos que lhe dei, as saudades que comecei a sentir logo naquele instante... E depois saí, fui a casa escolher uma roupa, a mais bonita, tudo a condizer (o meu pai adorava que eu lhe escolhesse a roupa)... e depois o telefonema do meu irmão, a chegada ao hospital, o olhar para ele já sem vida, a tristeza da minha mãe, o desespero do meu irmão. E quando olhei para o meu irmão, roupa nos braços para vestir o meu pai com um coleg de trabalho, soube que não o podia deixar com um estranho a fazer a mais penosa das suas tarefas: aquele não era um morto, era o nosso pai. E ainda não sei como, contrariei todas as minhas crenças e entrei naquela sala para o vestir, num ritual muito ambíguo: triste, muito triste mas, simultaneamente, com algum orgulho por sermos nós, naquele momento, a tratar dele.
E depois foi tudo muito rápido. Um ano a voar, o primeiro aniversário do mano sem ele, o primeiro Natal, o meu primeiro aniversário, o dele, o do Henrique, o da mãe, o dia do pai....
E a cada dia que passa sinto mais saudades dele...
quarta-feira, outubro 07, 2009
problema de expressão
- Sim, gostei, mas não podemos ficar com ela porque não percebi nada do que ela disse.
- Mas isso é porque ela é de outro país. Se ouvires com atenção percebes.
- Não mãe, eu não percebi nada do que ela disse. Depois não te admires se eu não arrumar o quarto. é que quando ela me mandar arrumar eu não vou percerber nada.
E esta?
terça-feira, outubro 06, 2009
siderada
segunda-feira, outubro 05, 2009
fim-de-semana sem marcação
Saímos ontem de casa para um almoço em Arraiolos e acabámos no Modelo de Évora a comprar cuecas e uma muda de roupa para o miúdo. Bom almoço de domingo, dormida numa casa muito simpática e visita ao castelo, com direito a faz de conta que somos reis: Afonso Henriques e o seu leal Egas Moniz. Se foi perfeito? Não. Se nos chateámos? Claro que sim. Mas foi um belo fim-de-semana, sem marcação.
sábado, outubro 03, 2009
que bom que é um fim-de-semana a três
Nada mau...
quarta-feira, setembro 30, 2009
uma pequena grande vitória
Mas hoje aconteceu algo verdadeiramente extraordinário: uma pequena grande vitória familiar. Desde que mudámos para esta casa, em Novembro passado, o Henrique passou a ter muitos medos, medo do escuro, medo de ir à casa de banho sozinho, medo dos barulhos da rua... a última dele é dormir completamente tapado, quase a sufocar com a capa do edredão à volta da cabeça. A porta do quarto, que dantes estava encostada, agora tem de estar aberta e com uma luz (a da despensa) acesa. Hoje, depois de muitas tentativas frustradas, conseguimos comprar as estrelinhas brilhantes da Imaginarium (estavam esgotadas há mais de um ano). Estivemos a colar algumas na parede do seu quarto e depois fizemos a experiência de apagar as luzes para vermos o quanto brilhavam... "não brilham assim tanto", disse-me ele tristonho. Expliquei-lhe então que isso acontecia porque a porta estava muito aberta deixando entrar claridade do resto da casa e mostrei-lhe o que acontecia se deixássemos a porta quase fechada.
E qual não foi o meu espanto ao sair do quarto dele e a ouvi-lo dizer: "mãe, fecha mais a porta".
Ressaca
E agora? Logo agora que estou cheia de trabalho, logo agora que o Henrique anda tão tristinho... é que o meu problema não é arranjar alguém para limpar a casa, é confiar o meu filho a alguém... Help!
terça-feira, setembro 29, 2009
O país vai parar às 20H?
E agora? O Presidente amputado (ficou sem o Lima de uma vida) vai dizer que teme estar a ser escutado ou vai-nos falar da falta de ética na política, do preço do bacalhau, da roupa da Ferreira Leite, ou dos perigos das bebidas gaseificadas???
Bem, pelo sim pelo não, vou optar por aquela minoria que vai estar alheada dos desígnios da nação. Vou mesmo ali ao lado, à natação com o meu filho que, assim de repente, me parece um programa muito melhor que o do Cavaco.
As minhas novas sobrinhas
sexta-feira, setembro 25, 2009
nervos
terça-feira, setembro 22, 2009
Encontro imediato com o meu velho sofá
e eu até tenho um sofá novo, mas nada se compara a este querido, que tantas vezes me acolheu... pode ser que adormeça.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Alive!
Infelizmente o portátil voltou a casa comigo, mas mais para adiantar trabalho do que para ficar maluca de tanto mexer no powerpoint. Também não sou ingénua ao ponto de pensar que o pior já passou, no que se refere à minha adaptação às novas funções. Na verdade, desconfio que o pior ainda está para vir. Mas, para já, festejo o fim do primeiro embate, com o computador, é certo, mas com a televisão ligada e dois episódios do ER de seguida. É que o que não acabar hoje, faz-se amanhã.
A descompressão foi tal que, ainda houve tempo para dar um passeio de trotineta com o Henrique, que hoje se portou "lindamente" na escola e que, por isso mesmo, teve direito a um fá (lembram-se daqueles geladinhos de gelo que vinham em pequenas embalagens transparentes de plástico?) depois do jantar, e a comer filestes de espada preto com arroz de ervilhas.
Estamos a melhorar, é o que acho. E sinto, lentamente, que a minha vida está a regressar.
Pode ser que amanhã este bicho de quase três quilos fique lá para as bandas de Alfragide...
Balanço
Amanhã ao fim do dia terei ultrapassado uma primeira prova profissional. Depois dos nervos espero conseguir retomar parte da minha vida e voltar a deixar o computador lá... quietinho em cima da secretária, que é onde pertence.
quinta-feira, setembro 17, 2009
morte de um ídolo
Não vos sei dizer quantas vezes vi esta cena, nem quantas vezes desejei que este senhor, mesmo a coxear, me viesse buscar para dançar. Acho até que cheguei a saber todos os passos e as falas do filme.
Piroso, bem sei, mas o Patrick Swayze e o Dirty Dancing marcaram a minha adolescência. E não consigo deixar de ficar triste quando penso na forma como morreu
pequena vitória
Obrigada
domingo, setembro 13, 2009
Inspira, expira, insipra, expira
Hoje, depois da ida à feira para frutas e legumes, e do almoço, rumámos à Terra Pura (sugestão de uma amiga) e comprámos um óleo essencial de alfazema e um spary de alfazema natural para borrifar a almofada. É que esta mãe está mesmo a precisar de relaxar... Cá andei, a queimar alfazema pela casa. Acabei por descobrir uma espuma de banho de alfazema perdida aqui em casa e toca de enfiar-me com o puto dentro da banheira... resultou: ele dorme o sono dos justos e eu, bem, eu estou um bocadinho mais calma e com menos vontade de chorar de cansaço.
o meu domingo tem de ser perfeito
É ter esperança...
quarta-feira, setembro 09, 2009
Parabéns mãe
Temos de celebrar os vivos e o facto de nos amarmos.
Hoje, no dia do teu 57º aniversário, não podia deixar de dizer o quanto te amo e de te agradecer tudo o que tens feito por mim. Tu, mãe, és generosidade, és amor sem fim.
Obrigada
terça-feira, setembro 08, 2009
Mudança
Adivinham-se tenpos difíceis.
segunda-feira, setembro 07, 2009
Voltámos às mantinhas
sexta-feira, setembro 04, 2009
quarta-feira, setembro 02, 2009
Podia estar pior
sexta-feira, agosto 07, 2009
eh pá... só passou um mês???
A nossa empregada está de férias há duas semanas....
Porque será que me sinto como se não tivesse férias há um ano?
sábado, agosto 01, 2009
Quase de regresso
sábado, julho 18, 2009
crónica de um dia atribulado ...
Pois, é verdade. Estou de férias, dentro de 48h estarei no sofá da minha sogra, no Funchal, a borregar frente à televisão e a preparar-me para dormir. Mas esta realidade ainda me parece muito distante. Hoje foi um dia muito preenchido, envolto em grandes mudanças e muitas notícias, nem todas agradáveis. Os assuntos do trabalho lá ficarão, a marinar até ao meu regresso. Mas deixo aqui o que se passou com a minha mãe e que é uma daquelas situações que Para quem não conhece a minha mãe, ela é das pessoas mais sérias que eu conheço, incapaz de ficar com troco a mais, incapaz de passar à frente de alguém numa fila... uma pessoa mesmo muito séria e honesta. Em meados de Junho ela entrou num autocarro da Carris vinda do comboio, cheia de malas e, por várias vezes, tentou validar o seu título de transporte. Expressou essa dificuldade ao motorista que nada lhe disse e, em seguida, foi pousar as malas para voltar a tentar validar o bilhete. Na paragem a seguir entram três revisores da carris e ela dirige-se a um deles dizendo que estava a tentar validar o bilhete, que não consegui mas que tinha a certeza que o bilhete tinha dinheiro. O senhor colocou o bilhete na sua maquineta de revisor e disse que realmente o bilhete tinha dinheiro. E começou a pedir o b.i. à minha mãe e a morada. Ela, que em tantas ocasiões me surpreende com a sua esperteza, desta vez foi bastante ingénua e achou que o senhor lhe estava a passar uma guia para que pudesse trocar o seu bilhete por um novo. E lá continuou, sem bem a conheço, na conversa com o revisor, a dizer que tinha mais autocarros para apanhar e que tinha medo de voltar a ter o mesmo problema com o bilhete, ao que o tal fiscal simpático lhe disse para não se preocupar, que com aquele papel poderia entrar em qualquer autocarro. E a minha mãe, acreditou nele e ainda assinou o que ele lhe pediu para assinar sem sequer o questionar. Resultado: ao entrar no autocarro seguinte, quando exibiu o papel que lhe tinham dado, foi informada pelo motorista de que tinha em mãos ums multa de 114 euros para pagar.
Escusado será dizer que ficou para morrer; escusado será dizer que se fartou de chorar; escusado será dizer que fizemos uma exposição ao provedor do utente. Mas a carris está-se a borrifar para a minha mãe e hoje lá chegou a casa dela a cartinha que dizia que o pedido dela não tinha sido aceite. E que ela não tiha testemunhas! Claro que não! Ela não sabia que estava a ser multada, como é que se havia de preocupar com testemunhas? Aliás, o revisor nem se identificou, apenas assinou a multa com o seu número profissional. E quando, hoje, a minha mãe pediu o nome dele para poder fazer uma queixa formal à carris, foi-lhe dito quesó fariam isso com ordem do tribunal... acho isto verdadeiramente inacreditável e algo me die que amanhã irei desenhar o número desse senhor no livro de reclamações daquela chafarica.
Mas acho inacreditável que as coisas passem assim,impunes.
Gostava de poder levar esta reclamação a uma outra instância, mas já percebi que é impossível...
terça-feira, julho 14, 2009
Depois da tempestade
quinta-feira, julho 09, 2009
Contabilidade
fazes-me falta
quarta-feira, julho 08, 2009
Sinto-me a modos que chateada
No trabalho propriamente dito não é que me tenha acontecido algo de mau, mas avizinham-se mudanças que não sei bem o que significam. E, não sendo directamente relacionado com o meu trabalho, há coisas que gravitam à volta dele e que me aborrecem à brava. Uma delas é a falta de tomates de algumas pessoas que adoram criticar mas não directamente. Digamos que são aquele tipo de pessoas que adoram mandar uns bitaites mas que, quando são espremidas, adoram olhar para o lado, assobiar e dizer que não era nada daquilo que queriam dizer e que nós (no caso eu) é que percebi tudo ao contrário. Sim, sim... sou eu a ingénua e parva de serviço.
E, como se tudo isto não bastasse, estou com as putas (perdoem-me o vernáculo mas tem mesmo de ser) das hormonas aos saltos porque tirei o Implanon e até me vir o próximo período vou estar assim para o impossível. Só um aparte, nunca mas nunca caiam na burrice de colocar este cabrão deste implante no braço. A sério.
E a cereja no topo do bolo tem mesmo sido o Henrique. Sim, o meu querido filho de cinco anos tem-se portado tão mal, mas tão mal que já comecei a pensar em novos métodos de tortura. A sério, se alguém tiver algum conselho para dar eu estou aqui, de ouvidos bem abertos. Ele está impossível, violento, birrento, sempre a gritar à primeira contrariedade... está mesmo muito difícil.
E, para quarta-feira, parece-me que chega, não?
segunda-feira, julho 06, 2009
Esta malta sabe-se tratar
Festival Panda nunca mais...
Fiquei fora de mim; segurei-o com tanta força que ontem, na praia, podia ver a marca dos meus dedos nos seus bracinhos (esta é a parte em que a comissão de protecção de menores e o senhor do Refúgio Aboim Ascenção me vêm prender). Mas o pior nem foi ele quase morrer atropelado, o pior foi o que ele me disse a seguir, danado por não lhe ter feito as vontades e por lhe ter dado duas valentes palmadas no rabo. Verdade, verdadinha, nunca imaginei que uma criança de cinco anos guardasse em si tamanha crueldade. Sim, ali estava o meu filho a dizer, ou melhor, a gritar para quem quisesse ouvir, que me odiava, que eu era má, que queria viver longe de mim e que nunca mais queria ser meu filho. Não sei o que me deixou mais atordoada, se o medo que tivesse ficado debaixo de um carro mesmo ali à minha frente, ou se o que ouvi daquela boquinha. Mas foi tudo tão desconcertante que, mal chguei perto do meu marido, desatei num pranto.
Não sei que ensinamentos tirarei deste fatídico sábado, mas uma coisa é garantida: Festival Panda, nunca mais
sexta-feira, julho 03, 2009
balanço
Exactamente, no Festiva Panda
Quem disse que ser mãe é fácil?
quinta-feira, julho 02, 2009
amor é...
Dia Pipoca
Já houve uma altura das nossas vidas em que passámos mais tempo juntas e em que fomos mais próximas, porque nos víamos todos os dias. Mas o carinho que sinto por aquela miúda que berrava "Sisse" de cada vez que eu aparecia na redacção, quando estava grávida, esse é o mesmo.
Parabéns Pipoquinha.
obrigada pelo agradecimento...
amores e desamores

quarta-feira, julho 01, 2009
é impressão minha
Lembro-me de por gasóleo a 88 cêntimos... já vai para lá de 1 euro...
terça-feira, junho 30, 2009
morte de um mito
Falando de coisas sérias
domingo, junho 28, 2009
Voltou...
quinta-feira, junho 25, 2009
Lindamente, não foi?
Mas hoje, véspera de o voltar a ter no meu colo, não posso continuar a mentir. Estou cheia de saudades. Apetece-me brincar com ele, ouvi-lo correr pela casa, sentar-me ao seu lado no sofá para ver a Vila Moleza... Não sei se volto a deixar o Atlântico meter-se entre nós
terça-feira, junho 23, 2009
Reeducar o bicho
Podia ser pior, podia ser pior
quarta-feira, junho 17, 2009
Entrevista, qual entrevista?
Quanto mais penso no que vi, mais me lembro do saudoso programa também exibido na Sic, "Na Cama Com". Ana Lourenço, bem ao estilo da Alexandra Lecastre, foi lançando temas, com voz lânguida e olhar sensual e ficou, quase sempre, em silêncio a deixar o seu convidado a falar.
Oiço muita gente que está na tv a falar do estilo diferente da jornalista e do modo como este estilo acabou por ser uma espécie de "armadilha" para José Socrates. Hello? Está alguém no Planeta Terra? A Ana Lourenço não armadilhou coisíssima nenhuma. O que eu vi foi um José que está decidido a mudar de cassete e que, muito inteligentemente, decidiu escolher a jornalista mais queridinha e mais suavezinha para fazer passar o seu tempo de antena. "Deixe-me que lhe explique"? "Parte-se-me o Coração"? Como se a moça fosse estúpida e não conseguisse perceber o que ele diz. Poupem-me...
terça-feira, junho 16, 2009
Um ser maior (Ana Catarina Santos)
Aqui fica a reportagem que fez e que venceu o Prémio AMI - jornalismo contra a indiferença, "Os Filhos da Solidão"
Parabéns Ana.
Obrigada
Ausência
segunda-feira, junho 15, 2009
Esta sou eu? Como é possível?
Eu que sou o tipo de mãe para quem as outras mães olham de lado, porque vou muitas vezes para fora sem o Henrique, estou à beira de um ataque de nervos com as suas primeiras férias fora.
Explico-me: o meu filho foi ontem à noite para o Porto Santo com a minha mãe e o meu stress começou logo a caminho do aeroporto. Ele, que sentiu a minha inquietação disse-me "Mãe eu não quero ir para o Porto Santo, fico contigo". E, apesar de me apetecer dizer-lhe sim, sim a tua avó que vá sozinha que já é crescida, enchi-me de coragem e expliquei-lhe todas as vantagens de 12 dias de praia e convenci-o também de que alguém teria de tomar conta da avó agora que o avô tinha morrido.
Depois do chek-in já estava com palpitações e no momento em que ele passou o rx apeteceu-me ir lá resgatá-lo e dizer "Mãe, ele é um pestinha e estou farta dele, mas tu és crescidinha podes ir de férias sozinha e, mesmo peste, prefiro tê-lo ao meu lado, ok? Desculpa lá mas não vai dar." Mas não disse, deixei-o ir. E aí começou o tormento da viagem: era a primeira vez que ele ia andar de avião sem mim... e comecei a olhar para o relógio de 5 em 5 minutos.
Ok, chegou bem, dormiu bem. Está tudo bem, relaxa Inês, respia fundo ele está óptimo.
Expliquem-me então porque é que já lhe liguei 3 vezes esta manhã?
sábado, junho 13, 2009
Não havia eu de gostar de futebol
Num outro dia 12 de Junho, há cinco anos atrás, nascia o nosso filho. E eu estava louca furiosa porque queria ver o jogo de abertura de Euro 2004. A minha médica passou o parto inteiro a dizer: "vamos lá despachar isto que se ela não vê o jogo ninguém a atura".
E foi num outro 12 de Junho, há precisamente três anos, que nos casámos. Numa cerimónia muito bonita, em casa de uns amigos, no nosso cenário preferido. E a lua-de-mel passada em Itália teve sempre como pano de fundo os jogos da nossa selecção.
Deve ser por isto que o meu filho tem 10 pares de calças rasgadas nos joelhos....
terça-feira, junho 09, 2009
Quando for grande quero ser funcionária da Câmara de Lisboa
E eu, que sou bem mandada, assim fiz. Mas estão todos em serviço externo. Whatever that means. Desde ontem que não há ninguém, para além da telefonista, que me atenda o telefone. Não há responsável que me diga sim ou sopas. E nem me posso queixar de quem me atendeu o telefone. Pessoas simpáticas e eficientes, mas que não podem decidir nada.
Está acabadinho, passamos todos para o Museu da Marioneta. Fico 110 euros mais pobre, mas pelo menos tenho onde fazer a festa.
E por favor, amigas, não me convidem para festas no Parque, que eu estou capaz de matar alguém. Ou então, arranjem-me um trabalho na Câmara, com muitos serviços externos.
p.s. aposto que agora que já telefonei para o museu a confirmar, vou receber um telefonema do parque...
sábado, junho 06, 2009
Indispensável
Quando casei, já de puto nos braços, foi um momento extraordinário na minha vida. Foi uma festa que nunca esquecerei, simples, informal, muito divertida, muito sentida, muito restrita. Foram muitos os amigos que ficaram de fora, por várias razões mas principalmente porque decidimos convidar apenas as pessoas que nõ poderiam faltar naquela festa, as pessoas cuja ausência faria com que aquela festa fosse menos completa. E lá estiveram as minhas gajas e eu adorei tê-las ali. Mas nunca me passou pela cabeça não partilhar aquele mesmo momento quando chegasse a vez delas. E isso aconteceu já duas vezes. Por razões muito lógicas e que eu respeito. Não é isso que muda o meu amor por elas. Mas entristece-me saber que não fui indispensável no momento delas.
terça-feira, junho 02, 2009
Copo meio vazio ou meio cheio?
Devo andar muito distanciada da realidade das escolas deste país....
segunda-feira, junho 01, 2009
Caramba, isto é fado
Tinha-a ouvido há um ano, por altura do lançamento de um livro da editora onde trabalho. E, já na altura, fiquei presa à sua voz. Bem sei que toda a gente fala dela e, até certo ponto, isso pode causar alguma aversão à miúda. Mas, verdade verdadinha... isto é memso muito bom
quinta-feira, maio 28, 2009
Nem tanto ao mar....
But enough is enough. De repente ela passou a ser o monstro do jornalismo português? O bicho papão? Poupem-me. Como alguém, e muito bem, me recordou há dias, o jornal da TVI é o único que tem agenda, que não deixa cair histórias, que vai atrás das promessas feitas para ver se foram cumpridas. quantas vezes, enquanto jornalistas, nos lamentámos do que não conseguimos escrever ou dos constrangimentos que tivemos ao fazer uma peça porque podia beliscar alguém? Duvido que isso aconteça naquele jornal. E tenho muito respeito por vários profissionais que lá trabalham a começar pela Constança Cunha e Sá, passando pela Rita Ferreira, pelo Vasco Rosendo, só para nomear alguns.
As peças daquele jornal são, na sua grande maioria, bem feitas.
Não é o telejornal que veja por norma, mas não fica atrás do da SIC ou do da RTP.
E quando me falam de perseguição ao Governo eu tenho vontade de rir. Eles têm memória, que é coisa diferente e que falta a muito boa gente. Se o governo prometeu algo e não cumpriu deve ser chamado a prestar contas, ou não? Ou é melhor assistir a entrevistas como a do Mário Crespo ao Alberto João Jardim em que fez comentários do género "As eleições que o senhor tão brilhantemente ganhou"?
Resumindo, eu não gosto do estilo da Manuela Moura Guedes, mas fazer uma "causa" no facebook para lhe oferecer o código deontológico parece-me um exagero. Até porque, se fossemos enviar uma cópia a todos os jornalistas que precisam de uma, tinhamos um bestseller em mãos.
